Temas Pedagógicos

Temas Pedagógicos (26)

por Escola Viva

Nos próximos dias 16, 17 e 18, pais de alunos da Escola Viva, em São Paulo, se reúnem para troca de peças de uniformes e livros. A campanha batizada de Reviva é realizada desde 2010 com o objetivo de colaborar para que as famílias possam oferecer os uniformes (em boas condições) que seus filhos não usarão mais e receber os cedidos por outras famílias.

As regras de funcionamento do projeto foram pensadas em conjunto entre escola e famílias participantes, e a organização do processo é feita com a colaboração de voluntários. O sistema adotado é o de autoatendimento: cada família distribui os uniformes que vai doar em uma mesa, respeitando a classificação e a organização propostas pelo comitê organizador. Em seguida, escolhe as peças que precisa para o próximo ano, conforme a disponibilidade.

“O Reviva surgiu com uma perspectiva de reaproveitar de um ano para outro tanto uniformes quanto livros didáticos. Em uma parceria com as famílias, conseguimos dar um sentido maior para as relações de consumo e trazer a questão da sustentabilidade para o dia a dia da comunidade escolar”, explica Sonia Tokitaka, coordenadora de sustentabilidade da escola.

Vale destacar que a quantidade retirada por cada doador depende da disponibilidade de uniformes nos vários tamanhos e não do número de peças que doar. Qualquer peça do uniforme oficial da escola pode compor a mesa de trocas, contanto que esteja em bom estado de conservação, lavada e com o logotipo preservado. Além de uniformes, são feitas as trocas de livros didáticos e paradidáticos.

Para o sucesso do Reviva, a participação de todos é fundamental - famílias e Escola reforçam os cuidados com a conservação e estimulam a adesão ao projeto. Os uniformes e livros coletados, que não são reaproveitados na Escola Viva, são encaminhados a instituições sociais.

Escola Viva (www.escolaviva.com.br) – Fundada há 45 anos, na Vila Olímpia (SP), a Escola Viva é referência na formação de alunos com autonomia para construir suas próprias trajetórias. Enquanto os ensinos Infantil e Fundamental prezam pela formação integral e pelo desenvolvimento dos aspectos socioafetivos, o Ensino Médio promove a continuidade desse processo ao se aliar com práticas multidisciplinares que envolvem desde empreendedorismo até responsabilidade socioambiental, formando jovens preparados para os desafios do século XXI.

O Colégio Uirapuru finalizou o ano letivo comemorando os resultados obtidos por seus alunos na mais recente Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (OBMEP). Em meio a 18 milhões de candidatos na primeira fase, dois alunos do Colégio conquistaram a medalha de bronze na competição nacional entre escolas públicas e particulares: Eduardo Daiti Scholtens, do 9º ano do Ensino Fundamental, e Matheus Spinardi, do 3º ano do Ensino Médio. 

Como auxílio na preparação dos alunos, o Colégio oferece aulas especiais com foco nas Olimpíadas no período da tarde para os alunos do 8º e 9º ano do Ensino Fundamental e para o Ensino Médio. Desde o começo do ano os estudantes também são incentivados a participar dessa experiência, que vai além da sala de aula. “Os alunos desenvolvem uma visão diferenciada para os problemas e aprendem a analisá-los de vários ângulos, o que não se restringe só à matemática. Isso eles vão levar para a vida inteira”, comenta o professor de matemática Eric Pizzini Bernardo. 

Segundo o professor esse é o resultado de um ano de estudos e dedicação dos alunos, “mas o mais importante não é a medalha, ela é uma consequência do trabalho. O fundamental é que eles acompanhem as aulas e desenvolvam o gosto pela matemática”, completa Bernardo. 

Além da OBMEP, o Colégio Uirapuru também participou de outras três grandes Olimpíadas: Olimpíada de Matemática da Unicamp (OMU), Olimpíada Paulista de Matemática (OPM) e Canguru de Matemática – competição internacional. Todas elas com ótimos resultados. Foram duas medalhas na OMU, um finalista na OPM e 35 medalhas na Canguru. 

Os medalhistas da OBMEP terão a oportunidade de participar do Programa de Iniciação Científica (PIC), que coloca os alunos em contato com conteúdos de matemática que não são vistos em sala de aula, permitindo-lhes ampliar o conhecimento científico e abrir caminho para um futuro profissional e acadêmico mais promissor. 

Imagem: Victority/iStock.com

por Colégio Oswald de Andrade

A necessidade de criar momentos em que os aprendizados adquiridos por nossos estudantes sejam compartilhados está conectada a um projeto pedagógico que privilegia o aprendizado por meio de processos colaborativos. Trabalhando juntos, durante todo o ano, os diversos agrupamentos (turmas, séries ou grupos multisseriados) que levam suas produções às instâncias de compartilhamento com a comunidade vivenciam um trabalho pesquisa e produção autoral que culmina nas Mostras Culturais do Oswald, realizadas em três de nossas unidades.

O Coordenador de Projetos e Produção Cultural do Oswald, Marcel Hamed explica que, mesmo se tratando de eventos distintos, existe uma sintonia entre os projetos que dão o tom ao contexto geral da Mostra Cultural oswaldiana. “A unificação dos eventos se dá nas práticas pedagógicas que compõem o processo, baseadas em nossos pilares, e também por fios condutores que dão um tom único do Oswald às mostras, mas respeitando as especificidades de cada uma de nossas unidades”, explica Marcel. 

Todos os trabalhos são desenvolvidos com base em projetos de série, em discussões realizadas em sala de aula, a partir de leituras realizadas durante o ano letivo, nas atividades dos Estudos do Meio, ou, ainda, nascem a partir de uma variedade de processos que encontram eco no grupo. No momento em que os temas são definidos em cada unidade e a Direção e Coordenação Pedagógica dão início aos trabalhos específicos para a Mostra, contando com professores especialistas e com a Coordenação de Projetos e Produção Cultural, cada uma destas práticas ganha nova vida e caminha para sua culminância.

Com temas e trabalhos sugeridos em mãos, a equipe realiza uma curadoria e criam os percursos para cada mostra. Matérias, instalações, expografia, interatividade e muitos outros temas entram em diálogo para significar o percurso de aprendizagem dos alunos em um momento tão importante de compartilhamento com a comunidade escolar.

Confira, a seguir, os detalhes de nossas Mostras Culturais de 2019 e saiba por que elas são um marco para a vivência de nossos alunos e familiares:

‘Diálogos’, na Unidade Girassol

Além de ser um de nossos maiores eventos, a Mostra Cultural da Unidade Girassol foi também a primeira a ser realizada em 2019. Com o tema ‘Diálogos’, a mostra envolveu as turmas de G5 da Educação Infantil ao 5º ano do Ensino Fundamental I. 

Quem esteve na Unidade Girassol pôde participar de vivências, além de acompanhar muitas atividades expositivas e interativas pensadas pelos alunos. “A Mostra da Girassol envolve muitos elementos em sua concepção. Coordenação, alunos, professores e outros departamentos, como Comunicação e TE, estão diretamente envolvidos em todo o processo”, explica Marcel. 

Os temas pesquisados pelos estudantes neste ano tocaram debates importantes da sociedade, como racismo, resistência, produção de lixo, aquecimento global, territorialidades e muitos outros. Com isso, tivemos um evento diverso, que atraiu toda a comunidade oswaldiana, incluindo ex-alunos, que fizeram questão de prestigiar a Mostra.

‘Olhar através’, na Unidade Madalena

Inaugurada neste ano, a Unidade Madalena recebeu sua primeira Mostra Cultural em 2019! Com o título ‘Olhar através’, o evento convidou as famílias da Educação Infantil, que participaram ativamente das atividades propostas junto com seus filhos, desenvolvendo novos olhares.

O envolvimento das crianças pôde ser notado na apresentação de seus trabalhos, reunidos em espaços temáticos que propunham um conjunto de garatujas, colagens, esculturas, instalações, imagens e outras produções organizadas por frestas e janelas, cores vermelha e verde, água, luz, transparência e, até mesmo, mistério!

“Essa Mostra não foi pensada para ser apenas expositiva, mas sim vivencial, o que permitiu aos visitantes um real envolvimento com os projetos e interação com as crianças”, contextualiza Marcel.

‘(Re)Leituras de Mundo’, na Unidade Cerro Corá 

Com o tema ‘Re(Leituras de Mundo)’ a Mostra Cultural da Unidade Cerro Corá teve seu processo de desenvolvimento baseado na curadoria de projetos realizados durante o ano letivo. Com atividades expositivas e dialogadas, a mostra proporcionou uma super interação entre os alunos e a equipe.

Além de permitir aos alunos uma participação muito ativa durante todo o processo de seu desenvolvimento, a Mostra da Cerro Corá é conhecida por recriar espaços, o que chamamos de mapa expográfico, que consiste na concepção do que será apresentado dentro do espaço escola, criando novos “lugares”.

Existe também um planejamento muito grande, iniciado ainda em reuniões de série. “Quem visitou a Mostra sabe que recriamos uma caverna aqui dentro da escola, e isso começou quando a coordenação trocou a viagem de Estudo do Meio de São Luiz do Paraitinga para o Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira (PETAR). E, de lá, surgiu a ideia de construir a réplica de uma caverna, o que permitiu que os alunos trabalhassem proporções e outros conteúdos”, define Marcel.

 Confira como foram as Mostras Culturais do Oswald na galeria de fotos.

por Escola Viva

Com a chegada do fim do ano, é comum as escolas avaliarem o desempenho de seus estudantes. Aqueles que não alcançam os requisitos mínimos para avançar para a próxima série, precisam encarar a reprovação. Quando o assunto é repetência, muitas vezes familiares e escola reagem à procura de um “culpado”. Na maioria dos casos, porém, não existe um único responsável pela retenção do aluno: família, escola e o próprio estudante precisam trabalhar juntos para entenderem seus erros e acertos.

Em relação ao papel da escola, a diretora da Escola Viva, Sílvia Kawassaki, explica a importância de se avaliar com cautela esse momento tão crucial: “O que significa repetir? Isso não é resolvido de maneira descuidada e automática. É preciso pensar no impacto dessa repetência, na autoestima e vida do aluno”. Silvia alerta ainda que as consequências de uma reprovação podem piorar a situação do estudante, por isso, é muito importante que professores e coordenadores analisem cada caso individualmente. 

Normalmente, uma reprovação acontece quando o aluno não se apropriou minimamente de conceitos relevantes e que muitas vezes são pré-requisitos para a sequência dos estudos. “Se acontece apenas em uma disciplina, isso vai ser objeto de trabalho no ano seguinte, não é caso do aluno reprovar. Mas às vezes isso acontece em cinco, seis disciplinas, então apesar das tentativas que a escola fez de dar apoio ao aluno ao longo do ano letivo, é preciso refazer a série”, explica Francisco Ferreira, assessor de currículo, documentação e idiomas da Escola Viva.

Para evitar a reprovação de seus estudantes, a Escola Viva, localizada na Vila Olímpia/SP, irá instituir em 2020 aulas de reforço ao longo de todo ano letivo. A ideia é que caso o professor identifique uma dificuldade em algum aluno, ele o convide para essas aulas, independente das notas de provas. “Não necessariamente o aluno vai ser convocado a participar se ele somente tiver uma nota abaixo da média. O professor pode convidar esse aluno dependendo da situação, desde que entenda que ele está enfrentando alguma dificuldade e vai se beneficiar desse processo”, comenta Francisco.

Esse sistema mais proativo não depende da nota necessariamente e é mantido ao longo do ano. Francisco defende que o principal ganho com a atividade é fazer com que o aluno aprenda a lidar com suas dificuldades. “É uma orientação para o sucesso do estudante no processo de aprendizagem”, comenta. Esse método orienta no entendimento de seus erros e acertos, ajudando a evitar uma possível reprovação ao final do ano letivo. 

Escola Viva (www.escolaviva.com.br) – Fundada há 45 anos, na Vila Olímpia (SP), a Escola Viva é referência na formação de alunos com autonomia para construir suas próprias trajetórias. Enquanto os ensinos Infantil e Fundamental prezam pela formação integral e pelo desenvolvimento dos aspectos socioafetivos, o Ensino Médio promove a continuidade desse processo ao se aliar com práticas multidisciplinares que envolvem desde empreendedorismo até responsabilidade socioambiental, formando jovens preparados para os desafios do século XXI.

O Colégio Oswald de Andrade irá realizar a 2ª edição do Desafio Matemático Colaborativo. Alunos do 5º ano do Ensino Fundamental ao 3º ano do Ensino Médio, matriculados em qualquer instituição de ensino, puderam se inscrever para o desafio que ocorrerá no próximo dia 23/10 às 14h.

A primeira edição foi realizada em 2018 e contou com mais de 100 participantes. A ideia surgiu com a intenção de reforçar o interesse pelas ciências exatas e abordar a matéria de um jeito criativo e instigante, mostrando que o Oswald não valoriza apenas produções artísticas e literárias, mas o conhecimento como um todo. 

As equipes, formadas por três alunos, são divididas em quatro categorias diferentes, de acordo com o nível de conhecimento de cada uma. Os alunos devem responder a dez questões de múltipla escolha e a uma questão dissertativa.

As equipes vencedoras receberão um vale presentes da Livraria da Vila e ingressos para o Escape Hotel.

 

Imagem: Antonio_Diaz/iStock.com

por Escola Santi

O mês de setembro é a época em que diversas famílias estão à procura da primeira escola para os seus filhos e filhas precisarão tomar uma decisão. É o momento da abertura das matrículas para o próximo ano letivo. 

Mas como decidir pela instituição de ensino mais adequada? Excluindo as questões financeiras e de distância entre a escola e a casa – fatores que acabam tendo determinada influência de acordo com as famílias – deve-se ter em mente os modelos educacionais que se encaixem dentro dos princípios e valores educacionais de cada núcleo familiar. 

Desta maneira, cada elemento, - desde o método de ensino, práticas pedagógicas, estilo de relacionamento e até mesmo as instalações que a escola oferece -, deve ser analisado com bastante atenção pelas famílias, para que os momentos em que a aluna ou o aluno passem dentro da escola estejam de acordo com as expectativas que elas buscam.

Para tanto, na Escola Santi – localizada no bairro do Paraíso, em São Paulo –, que em 2019 completa 50 anos de atuação, há um trabalho especial às mães e pais que buscam a primeira escola para as crianças.   

Educação Infantil

Escolher a primeira escola para a filha ou o filho é uma tarefa que exige muita reflexão, sobretudo para mães e pais de primeira viagem. Afinal, trata-se de um momento de extrema importância para os pequenos, que estão prestes a adentrar no universo da Educação Infantil. 

Para Dami Cunha, coordenadora pedagógica da Escola Santi, o elemento principal para a escolha da primeira escola é que os valores e princípios dos pais estejam alinhados com o que a escola propõe “e que eles saibam o que desejam de uma instituição de ensino e os principais critérios que os levarão à decisão”. 

A partir desta seleção e após conhecer a proposta pedagógica da escola – neste item, quanto mais informação sobre os métodos existentes, mais assertiva será a escolha – ficará mais fácil direcionar quais as instituições de ensino visitar.

Brincar e Aprender - A concepção pedagógica da Escola Santi parte de pressupostos construtivistas, que consideram o diálogo entre os processos de ensino e de aprendizagem, articulando a ação intelectual do aluno, as particularidades de cada conteúdo de ensino e a intervenção do professor.

“A Santi acredita que o ser humano aprende estabelecendo relações entre o que já sabe e as novas informações. Por isso, propõe um ensino baseado na resolução de problemas, por meio do qual o aluno é incentivado a pesquisar, participar, descobrir e atuar com autonomia”, afirma Dami Cunha.

No ensino infantil, essas relações de aprendizagem estão amparadas pelo Eixo do Brincar. Desta maneira, os objetivos desenhados para cada grupo etário visam garantir a todos os direitos de aprender sobre si mesmas, sobre os colegas e sobre o mundo, além de conviver e valorizar a diversidade, investigar fenômenos científicos, explorar elementos da natureza, apropriar-se de elementos da cultura, usar diferentes linguagens para expressar ideias, hipóteses e opiniões, conhecer o universo da matemática, contar e conhecer os números, refletir sobre como se escreve, apaixonar-se pelos livros, entre tantos outros saberes.  

Espaços - Em seus espaços para os alunos e alunas da Educação Infantil, a Santi oferece uma infraestrutura completa, com quintal, praça da areia, parede de escalada, biblioteca, espaços de brincar cobertos e ao ar livre, além de salas amplas, arejadas e “vivas”. As aulas de Música, Cultura do Corpo e Movimento e Inglês, completam o currículo da Educação Infantil, assegurando às crianças o que é necessário ao seu pleno desenvolvimento nos aspectos cognitivo, físico e socioemocional. 

Educação Fundamental

Com relação ao Ensino Fundamental (1º ao 9º ano), A Santi mantem um olhar atento para questões atuais e seguindo sua proposta pedagógica construtivista.

Além das disciplinas tradicionais, a grade curricular da Santi traz ainda matérias como Procedimento de Estudo (6º ano), Competências Sócio Emocionais (divididas em Mindfulness, Estratégias para Atuação em Grupo e Ação de Impacto Social, para os estudantes do 7º ano), Projeto Bilíngue (Garbology e Games & Coding para o 8º ano) e Design Thinking (9º ano). 

Visitas – Também é importante conhecer previamente os espaços físicos e a infraestrutura oferecidos pelas escolas. Neste caso, Dami destaca que a visita deve ser feita em horários em que a escola esteja funcionando, para que os pais tenham uma noção de como é a instituição “viva”, em plena ação de seu cotidiano. Apresentar os espaços de forma ampla e contar a história da escola também é fundamental.  

Vale destacar que as famílias que desejem conhecer a Escola Santi podem conferir no site www.escolasanti.com.br as datas disponíveis para visita, ressaltando que os grupos são formados com pais e mães de crianças de idades semelhantes, a fim de que já busquem uma afinidade desde o início. Elaborar perguntas e dúvidas previamente para estes encontros também é uma boa ideia para que se conheça o que cada escola pode oferecer.

Já as famílias que agendarem a sua visita à Santi, além de ver de perto e interagir com seu espaço físico, também conhecerão os princípios que pautam a escola, nestes 50 anos dedicados à educação: a excelência no ensino, o conhecimento de si mesmo e do outro e a relação com o mundo. 

 

Imagem: artisteer/iStock.com

 

por Colégio Elvira Brandão

A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) é um documento normativo que define o conteúdo orgânico essencial que todos os estudantes devem desenvolver ao longo da Educação Básica – Educação Infantil, Ensino Fundamental e Ensino Médio.

Diferente de um currículo unificado, ela fornece um conjunto de objetivos a serem realizados, servindo para orientar a elaboração e revisão dos currículos escolares. Cada escola tem a liberdade de desenvolver seu próprio currículo, seguindo seus valores e ideais, para realizarem esses objetivos à sua maneira, mas esses currículos devem estar em conformidade com o que é estipulado pela BNCC.

No entanto, há uma preocupação com a formação integral de cidadãos capazes de construir uma sociedade mais inclusiva, justa e democrática. Para isso, a BNCC determinou uma lista de 10 competências gerais que descrevem o tipo de estudante que se deseja formar.

São elas: 

  • Conhecimento
  • Pensamento científico, crítico e criativo
  • Repertório cultural
  • Comunicação
  • Cultura digital
  • Trabalho e projeto de vida
  • Argumentação
  • Autoconhecimento e autocuidado
  • Empatia e cooperação
  • Responsabilidade e cidadania

A BNCC e a educação infantil

Naturalmente, para cada etapa da Educação Básica a BNCC prescreve uma abordagem diferente. Para as crianças de 0 a 5 anos, por exemplo, não é adequada a divisão em disciplinas ou áreas do conhecimento que caracteriza a maior parte dos anos escolares. O que temos, em vez disso, são os campos de experiência e os direitos de aprendizagem e desenvolvimento da criança, o que representa a maior inovação da BNCC nesse quesito.

Os campos de experiência servem para ajudar o professor a planejar e preparar suas atividades, tendo uma ideia das capacidades fundamentais que devem ser desenvolvidas.

Os cinco campos de experiência são:  

  • Eu, o outro e o nós
  • Corpo, gestos e movimentos
  • Traços, sons, cores e formas
  • Escuta, fala, pensamento e imaginação
  • Espaço, tempo, quantidades, relações e transformações

Dentro do campo “Eu, o outro e o nós”, por exemplo, que engloba experiências relacionadas à construção da identidade e da subjetividade, um dos objetivos que se espera que a criança aprenda é “manifestar interesse e respeito por diferentes culturas e modos de vida”. 

Já os direitos de aprendizagem e desenvolvimento delimitados pela BNCC são seis: 

  • Conviver
  • Brincar
  • Participar
  • Explorar
  • Expressar
  • Conhecer-se

Cada um desses direitos promove situações que ajudam a criança a se desenvolver como um indivíduo inserido em sociedade, consciente de si mesmo, inclusive de seu corpo e sentimentos, e capaz de interagir de maneira significativa tanto com as outras crianças quanto com os adultos.

Aprender brincando

Segundo o texto da BNCC, “a Educação Infantil precisa promover experiências nas quais as crianças possam fazer observações, manipular objetos, investigar e explorar seu entorno, levantar hipóteses e consultar fontes de informação para buscar respostas às suas curiosidades e indagações”. E a principal ferramenta à disposição do educador, para esse propósito, é a brincadeira. 

Brincar é um dos seis direitos de aprendizagem da criança, mas, além disso, todos os outros também apontam para a brincadeira. É brincando que a criança aprende a conviver com o outro, a respeitar regras (através de jogos, por exemplo) e resolver conflitos, a participar das atividades e a se expressar.

Com brincadeiras direcionadas e planejadas com atenção, o educador consciente dos seus objetivos pode desenvolver habilidades específicas, como coordenação motora, orientação espacial, ritmo, equilíbrio, organização temporal, comunicação linguística, inteligência emocional e relacionamento interpessoal. Mesmo a forma de brincadeiras “livres”, incentivadas pelos educadores, podem ser úteis para estimular a autonomia e a criatividade das crianças, além de expandir o vocabulário, aprender novas palavras e muito mais. 

 

Imagem: Lordn/iStock.com

No dia 24/08, das 9h às 13h, o Colégio Elvira Brandão realiza a mostra de projetos Elvira de Portas Abertas 2019.

O evento foi criado para que os estudantes da educação infantil ao ensino médio possam apresentar, por meio de instalações, os resultados conquistados através dos projetos desenvolvidos no 1º semestre.

O Elvira Brandão trabalha com um modelo de aprendizagem conectada, atual e vivida de maneira prazerosa. E como parte importante deste modelo, o colégio aplica em seu currículo a Metodologia de Projetos.

Através deste pilar, é possível integrar as diferentes áreas do conhecimento de um jeito estimulante e colaborativo. O conteúdo é transdisciplinar, envolvendo desde conceitos essenciais de humanas, matemática, ciências, linguagens e arte, até as competências socioemocionais definidas na BNCC.

A mostra é aberta às famílias, escolas parceiras e toda a comunidade.

 

Serviço
“Elvira de Portas Abertas 2019”
Colégio Elvira Brandão
Data: 24/08
Horário: das 9h às 13h
Local: Rua Paulo Assunção, 97, Vila Cruzeiro (SP)

 

 Fonte: Colégio Elvira Brandão

A construção de uma boa relação entre família e escola é um dos pilares para melhorias no desempenho do aluno. Segundo relatório da OCDE (Organização de Cooperação e de Desenvolvimento Econômico) feito a partir de dados do PISA*, uma das maneiras de motivar os estudantes e aumentar suas performances escolares é envolver os pais e as comunidades locais no processo de educação. Torna-se primordial, portanto, a criação de uma rede de apoio desde a infância.

Pensando nisso, a Escola Viva, localizada na Vila Olímpia (SP), sedia pela segunda vez um evento aberto ao público voltado para famílias com crianças de 5 a 7 anos. O objetivo das atividades é proporcionar interação com o ambiente e com o corpo docente, ajudando a aproximar laços. 

Neste dia, as famílias vão poder conhecer e entender a proposta e o espaço do primeiro ano do Ensino Fundamental. Oficinas de música, tipografia, artes, jogos de quintal, jogos de mesa, contação de histórias, esportes, oficina Maker e exposições serão algumas das atrações oferecidas pelo colégio que também conduzirá um bate-papo entre pais e a coordenação. 

Segundo Mariana Nogueira, coordenadora do núcleo de novos alunos da Escola Viva, esse é o primeiro passo para engajar os familiares no projeto escolar: “a troca com as famílias tem que se dar nessa aproximação com o trabalho que é feito com as crianças”, explica. 

O colégio se inspirou em outro evento que organiza (exclusivo para os alunos) e que é realizado desde o Educação Infantil até o Ensino Médio: o Sábado na Escola. Nele, familiares e alunos participam de dinâmicas, divididas de acordo com a faixa etária dos estudantes.

“A ideia é apresentar esse trabalho de fio condutor que vai do Infantil ao Médio. Mostrar o que é comum à escola inteira e o quanto esse olhar particular para cada aluno está presente em todos os segmentos. A escola sempre fez esses eventos e dessa vez decidiu convidar também a comunidade externa para conhecer um pouco mais de seus projetos”, finaliza.

O evento é gratuito e as inscrições podem ser feitas pelo link: https://bit.ly/2PptkPH 

*Programme for International Student Assessment

 

“Escola Aberta”
Escola Viva – Unidade Infantil
Data: 17/8/2019
Horário: 10h
Local: Rua Vahia de Abreu, 664 – Vila Olímpia (SP)
Incrições: https://bit.ly/2PptkPH 

Escola Viva (www.escolaviva.com.br) – Fundada há 45 anos, na Vila Olímpia (SP), a Escola Viva é referência na formação de alunos com autonomia para construir suas próprias trajetórias. Enquanto os ensinos Infantil e Fundamental prezam pela formação integral e pelo desenvolvimento dos aspectos socioafetivos, o Ensino Médio promove a continuidade desse processo ao se aliar com práticas multidisciplinares que envolvem desde empreendedorismo até responsabilidade socioambiental, formando jovens preparados para os desafios do século XXI.

 

Fonte: Escola Viva

 

 

Para apresentar o Projeto 2021, que inclui a construção de uma nova unidade que irá substituir as unidades hoje existentes, a escola Carandá Vivavida, associada à Abepar, marcou um encontro para apresentar os detalhes arquitetônicos da nova sede. Desde abril, a instituição vem divulgando o projeto, que prevê a construção de uma nova e única unidade até 2021.

Sem alterar a proposta pedagógica ou o valor das mensalidades, a mudança busca acompanhar as transformações por que passa o mundo e que se refletem inevitavelmente no ambiente escolar. A nova unidade irá reunir alunos de todas as idades, com uma área específica para cada uma, de modo a favorecer a relação ensino-aprendizagem em espaços inteligentes.  A atenção com o verde está contemplada no projeto, que incluirá também uma área de convivência. 

Agendado para o dia 24 de agosto, das 9h às 18h, o encontro reunirá a comunidade da escola. As escolas associadas à Abepar estão convidadas. A Unidade 3 receberá o encontro e contará com alguns carrinhos para a venda de alimentos e food bikes.

 

Serviço

Apresentação do Projeto 2021

Carandá Vivavida Educação - Unidade 3
Data: 24/08. Horário: das 9h às 18h
Local: Rua Dr. Diogo de Faria, 1338. Vila Clementino. São Paulo (SP)