
David Buckingham – o que a escola faz com o excesso
Há décadas, David Buckingham investiga uma pergunta que só fez crescer em importância: o que acontece quando crianças e jovens crescem imersos em mídias…
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Ética, Inovação e Outros Desafios
A Abepar chega à sua primeira década construindo coletivamente uma comunidade de escolas comprometida com o presente e preparada para o futuro da educação básica.
O II Congresso Abepar reúne professores, coordenadores, orientadores e gestores de escolas associadas Abepar, convidados e educadores de todo o Brasil para um dia inteiro de palestras, reflexões e trocas de experiências.
O tema deste ano — Educação na Era da IA: Ética, Inovação e Outros Desafios — convida toda a comunidade a escrever juntos o próximo capítulo.
"O II Congresso da Abepar será tão relevante quanto nossa capacidade de construí-lo coletivamente, reunindo as experiências, reflexões e contribuições de toda a nossa comunidade."
Ética, Inovação e Outros Desafios
Como garantir que a IA seja justa, inclusiva e livre de preconceitos no contexto educacional? Racismo algorítmico, diversidade e direitos digitais na escola.
Que práticas pedagógicas emergem quando a inteligência artificial encontra a criatividade humana? IA no currículo, na formação docente e no cotidiano escolar.
Direitos digitais, ECA digital, saúde mental, desinformação, pós-verdade e o impacto das big techs na formação das novas gerações.
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Engenheiro de formação, com sete patentes registradas e a criação de uma empresa de inteligência artificial em seu histórico, Charles Fadel chegou à educação…
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A Abepar realiza no dia 19 de setembro de 2026 (sábado) o II Congresso Abepar, no Colégio Santa Cruz, em Alto de Pinheiros, São…
Ler notícia →Clique em um palestrante para ler a bio completa
Colégio Santa Cruz · São Paulo, SP · Evento presencial, dia inteiro
Neste ano, o Congresso terá um espaço colaborativo de troca de conhecimentos entre educadores.
Cada escola associada à Abepar poderá inscrever até dois projetos sobre suas experiências com IA, sendo que o primeiro será automaticamente incluído na programação.
As escolas associadas à Abepar irão compartilhar suas experiências com IA.
O II Congresso só acontece com o engajamento das escolas associadas
Conte com a Abepar para organizar
Contamos com a sua escola para mobilizar
Até 30 de junho
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Trata-se de uma proposta prática voltada ao ensino de ferramentas tecnológicas potencialmente relevantes para diferentes projetos dos estudantes, mas que busca, ao mesmo tempo, desenvolver a capacidade de reconhecer suas limitações e vieses, promovendo um uso crítico dessas tecnologias. A experiência parece ter suscitado reflexões que transcenderam a tecnologia em si, favorecendo uma compreensão mais crítica da realidade pelas crianças.
Os participantes terão a oportunidade de conhecer ferramentas de IA possíveis de serem usadas em sala de aula (reconhecendo suas potências e limitações), além de refletir sobre a importância do uso consciente destas ferramentas com os alunos em sala de aula.
Os participantes desta sessão levarão uma visão prática e metodologicamente fundamentada de como conectar o ensino das Ciências da Natureza à robótica e à IA generativa de voz em um único percurso de aprendizagem, sem perder o foco no protagonismo infantil.
Exemplo de um plano de aula alinhado ao tema Ano Internacional da preservação dos Glaciares (2025), Unesco: integrando IA e atividades mão na massa (conectados e desconectados). Uma proposta pedagógica desenhada para estimular o protagonismo dos estudantes e incentivar o uso crítico, ético e responsável da tecnologia.
O projeto teve como objetivo desenvolver uma narrativa interativa inspirada em O Mágico de Oz com alunos do 2º ano do Ensino Fundamental, por meio do uso de IA generativa. Divididos em grupos, os estudantes ficaram responsáveis por diferentes partes da história, criando desenhos dos cenários e personagens, fotografando suas produções, e elaborando roteiros para a construção dos prompts utilizados na geração dos vídeos. A proposta buscou incentivar a criatividade, a colaboração e a cultura digital, permitindo que as crianças experimentassem a tecnologia como ferramenta de criação. Durante o processo, os alunos testaram e reformularam os prompts diversas vezes, analisando os resultados gerados pela IA e ajustando as descrições para aproximar o vídeo da ideia imaginada pelo grupo. Esse movimento favoreceu o desenvolvimento da linguagem, do pensamento crítico e da resolução de problemas.
Os participantes aprenderão um percurso para criação de um telejornal bilíngue.
Entender como as ferramentas de IA funcionam é um caminho interessante para fundamentar as bases de seu uso consciente por parte dos usuários. Ainda que não seja possível ter total clareza de seu funcionamento, podemos lançar mão de modelos que expliquem parte de seu funcionamento de maneira teórica e dos métodos usados para criar esse tipo de sistema. Usando ideias que surgiram no campo de estudo da IA nos anos 60, a proposta consiste em criar um computador mecânico simples, que modela o funcionamento de um algoritmo de machine learning durante partidas de um jogo simples. Assim, podemos construir, treinar e testar uma inteligência artificial. Dessa forma, temos um projeto desplugado que serve como base para explicar e comparar o funcionamento de sistemas de inteligência artificial.
Os participantes conhecerão uma experiência pedagógica que integra Inteligência Artificial, cultura digital, design e educação para a cidadania no Ensino Fundamental. A sessão apresentará estratégias para incorporar ferramentas de IA de forma crítica e criativa em sala de aula, articulando produção de textos, imagens e áudios com discussões sobre ética, autoria, segurança digital e direitos de crianças e adolescentes.
Nossa proposta visou integrar a investigação e o uso de um recurso de Inteligência Artificial, o Notebook LM, com a proposta de reflexão, pelos alunos, sobre o tema da violência entre alunos no ambiente escolar. Inicialmente, distribuímos entre os alunos reportagens sobre casos recentes de agressões físicas e verbais entre estudantes ocorridas em diferentes escolas particulares em São Paulo. Os alunos foram convidados a ler essas reportagens. Em seguida, os alunos foram apresentados à ferramenta Notebook LM, evidenciando como pode ser uma parceira de reflexão pautada em fontes acadêmicas nas quais o usuário confia. Por fim, a educadora Iolanda França forneceu as mesmas reportagens para a ferramenta Notebook LM e pediu para os alunos criarem boas questões para interagir com a ferramenta: Uma pergunta sobre um fato, uma pergunta sobre a consequência e uma pergunta sobre a prevenção. Os resultados da intervenção serão apresentados na exposição.
Reflexões sobre IA e a transição da interpretação de texto para uma vivência ativa relacionado a chatbots.
O Projeto Nuestra Ciudad Ideal apresenta as práticas pedagógicas de uma proposta curricular interdisciplinar realizada pelos estudantes do 7º ano do Ensino Fundamental que integrou, de forma coordenada, as disciplinas de Ciências, Geografia, Língua Espanhola e Língua Portuguesa. Partindo do contexto da urbanização brasileira e seus impactos socioambientais, a proposta orientou os estudantes na investigação de problemas urbanos reais à luz dos ODS da ONU. Nesse processo, pesquisas de notícias sobre desafios urbanos atuais foram essenciais para a caracterização do problema investigado e representá-lo por meio de ferramentas de IA generativa. Foi na geração dessas imagens que ocorreu a reflexão crítica sobre as entregas da IA, uma vez que os estudantes analisaram as respostas a partir dos prompts enviados, avaliando vieses, precisão e a necessidade de refinamento dos comandos. As imagens finais serviram de base para a elaboração de legendas analíticas, glossário bilíngue (português-espanhol), folheto informativo, protótipos físicos com máquinas simples e cartazes de campanhas comunitárias.
Os participantes desta sessão levarão insights práticos e metodológicos, a começar por um modelo replicável de como integrar a IA generativa a sequências didáticas tradicionais sem perder o rigor do conteúdo programático essencial. Ao acompanhar o relato dessa experiência, os educadores compreenderão como guiar os estudantes na transição de meros consumidores de tecnologia para criadores conscientes, demonstrando caminhos para estruturar, refinar e testar prompts coletivos de forma eficaz e colaborativa. Além disso, a apresentação debaterá de maneira prática a abordagem ética e crítica da Inteligência Artificial em sala de aula, evidenciando como discutir com os alunos os limites da tecnologia, os anacronismos, os estereótipos visuais e a indispensável curadoria humana sobre os resultados gerados pelas máquinas. Por fim, a sessão demonstrará como o uso dessas ferramentas digitais atua como um potente estímulo ao protagonismo e à criatividade juvenil, provando que a tecnologia, quando bem direcionada, é capaz de materializar conceitos abstratos e gerar produtos pedagógicos inéditos construídos inteiramente pelos próprios estudantes.
Propomos a discussão sobre a importância de refletir com nossos alunos a diferença entre ter informação, obter conhecimento e gerar produtos na IA; de que maneira os temas são diferentes mas estão relacionados. Buscamos trazer, também, a reflexão sobre conhecimento e criatividade.
Os participantes conhecerão uma experiência pedagógica de introdução à inteligência artificial nos anos finais do Ensino Fundamental, compreendendo como ferramentas de IA podem ser utilizadas para apoiar processos de pesquisa, organização de informações e produção de conteúdos autorais. Além disso, terão acesso às estratégias adotadas, aos produtos desenvolvidos pelos estudantes e às reflexões sobre o uso crítico, consciente e responsável da inteligência artificial no contexto educacional.
Os participantes sairão com uma perspectiva concreta sobre como usar a IA para ampliar — e não substituir — o papel do professor, dando-lhe mais informação para conhecer ainda melhor cada aluno e tomar decisões de intervenções pedagógicas mais precisas.
Conhecerão estratégias para discutir e testar as potencialidades e fragilidades da IA na educação e outras áreas da sociedade junto a estudantes dos anos finais do Ensino Fundamental. Os participantes levarão uma visão geral sobre os impactos reais da IA no cotidiano docente. Em vez de um tutorial técnico, a sessão oferecerá um review de práticas acessíveis aos docentes hoje. O objetivo é provocar uma reflexão crítica e inspirar as lideranças e educadores a encararem a tecnologia não como um fim em si mesma, mas como uma ferramenta de biossegurança ocupacional, capaz de estancar a sobrecarga e mitigar o estresse crônico.
1. Exemplos concretos de documentos institucionais (guia de uso, política de integridade acadêmica) que podem servir de referência para suas próprias escolas; 2. Uma reflexão sobre como projetos com IA podem funcionar como formação simultânea para alunos e professores; 3. Aprendizados sobre desafios reais de organização, acompanhamento e avaliação de projetos em grande escala (20 grupos, 20 mentores). 4. Como usar a IA com responsabilidade em projetos com problemas reais nas áreas do conhecimento.
Este trabalho apresenta uma experiência de formação continuada voltada ao letramento em Inteligência Artificial (IA) para educadores do Colégio Dante Alighieri, com foco no uso do NotebookLM na pesquisa, gestão do conhecimento e planejamento pedagógico. A proposta fundamentou-se no desenvolvimento de letramentos em Inteligência Artificial, no qual, foram abordadas habilidades essenciais à educação contemporânea, como engenharia de prompts, análise de dados gerados pela IA, pensamento crítico para avaliação e validação de respostas e automação de rotinas pedagógicas. As atividades incluíram curadoria pedagógica, construção de bases de conhecimento, produção de materiais didáticos, elaboração de recursos de estudo e planejamento de intervenções personalizadas. A iniciativa também contemplou letramentos de IA para equipes administrativas, estudantes e seus familiares, promovendo o uso ético, crítico e responsável das tecnologias.
O projeto demonstra como ensinar os estudantes a usarem de forma ética as ferramentas de IA disponíveis.
Como transformar estudantes em agentes de mudança dentro da própria escola? Essa pergunta deu origem ao projeto Vozes que Transformam, desenvolvido com alunos do 8º ano no Projeto Vida "Disse Igualdade ou Desigualdade?". Os estudantes investigam questões de inclusão, pertencimento, convivência e respeito por meio da criação de formulários, entrevistas e coleta de dados com a comunidade escolar. As respostas são organizadas no Google Forms e analisadas com o apoio do Gemini e do ChatGPT, que auxiliam na identificação de padrões, tendências e possíveis interpretações. Em seguida, os alunos confrontam essas análises com suas próprias leituras, questionam resultados, identificam vieses, refinam conclusões e constroem interpretações fundamentadas nas evidências coletadas, utilizando a IA como apoio ao pensamento crítico e à tomada de decisões, e não como fornecedora de respostas prontas. Com base nos dados, os grupos elaboram propostas de apoio estudantil, apresentadas em formato de Shark Tank.
Esta prática pedagógica se mostra altamente relevante no presente contexto de integração das ferramentas de IA nos processos de ensino-aprendizagem, na medida que tais recursos de inserem no projeto didático em tela, cuja temática, por si só, já tem profunda relevância na contemporaneidade. Cabe destacar, também, que o conteúdo do trabalho, justamente por proporcionar uma comparação entre as produções do Humano e da IA, impõe análises críticas dos processos didáticos e daqueles aplicados ao próprio processo de formação de professores.
Os participantes aprenderão como estruturar avaliações orientadas por habilidades, organizar dados de desempenho de maneira eficiente e utilizar ferramentas de IA para apoiar a análise diagnóstica e o planejamento de intervenções pedagógicas personalizadas. A sessão oferecerá um fluxo replicável que pode ser adaptado a diferentes disciplinas e contextos escolares, além de promover reflexões sobre o papel docente na mediação ética e crítica do uso da IA.
No 2º ano do Ensino Médio da Carandá Educação, em Língua Portuguesa, nos dedicamos a investigar os regimes de Verdade: o conhecimento científico e os epistemicídios, a especulação ensaística e a estrutura dissertativa, sendo que, em 2026, este trabalho esteve atravessado pela reflexão sobre a interferência das novas tecnologias. O debate sobre IA se deu de forma transversal, por meio: 1. Da organização dos registros realizados pelas/pelos estudantes sobre como (não) deve acontecer o uso de IA; 2. Da leitura e divulgação de Artigos Científicos (sobre temas como riso, ócio e performances controlados pelos algoritmos); 3. Do reposicionamento do jornalismo diante das novas tecnologias; 4. De palestra sobre o funcionamento das IAs generativas; 5. Da constante reafirmação do aspecto pessoal e intransferível da subjetividade impressa nas leituras sobre o mundo.
Os participantes terão contato com exemplos concretos de integração da Inteligência Artificial à prática pedagógica, voltados ao desenvolvimento do pensamento crítico e reflexivo dos estudantes. A partir das experiências apresentadas — o desenvolvimento do aplicativo ConectaLibras-Translator, no 7º ano, e a produção de artigos científicos sobre IA e mercado de trabalho no Ensino Médio —, a sessão oferecerá subsídios práticos para que educadores repensem o uso da IA em suas próprias disciplinas, articulando tecnologia, inclusão e formação crítica. Espera-se que os participantes levem consigo possibilidades concretas de aplicação da IA como ferramenta de aprendizagem e autoria, além de uma reflexão sobre o papel docente na mediação crítica dessa tecnologia em diferentes etapas da Educação Básica.
O professor apresenta uma sequência didática para o ensino de Biologia que integra leitura de textos de divulgação científica — extraídos de obras de Fernando Reinach sobre ecologia — com geração de imagens por inteligência artificial e produção de áudio. Na proposta, os alunos leem e sintetizam os textos em grupos, elaboram prompts para criar imagens representativas das interações ecológicas estudadas e registram narrativas autorais em áudio, sendo avaliados por rubricas. A apresentação discute os resultados obtidos com a sequência, destacando ganhos em leitura, síntese, comunicação entre pares e uso intencional da IA como ferramenta pedagógica — para além do uso recreativo —, com produções estudantis que superaram as expectativas iniciais.
A apresentação debate desafios da implementação de um currículo de IA na escola, desde a necessidade de profissionais habilitados passando pela construção de uma proposta integrada em tempos didáticos de vários componentes escolares e com o desafio ético e acadêmico de "entregar" uma formação significativa para os jovens. Os participantes terão uma visão reflexiva e prática de uma opção curricular sem aulas de tecnologias na grade curricular, e com um currículo vivo e potente de IA para o EM. Ou seja, um debate complexo que há anos tem relevância no campo da educação digital e midiática.
No contexto do programa Dante UN, iniciativa do Colégio Dante Alighieri que simula fóruns de discussão das Nações Unidas, foi desenvolvida, em 2025, uma experiência inovadora envolvendo uma agente de Inteligência Artificial atuando como delegada em um comitê temático dedicado aos impactos sociais da IA. Alimentada por documentos previamente elaborados pelos estudantes sobre seus respectivos países e posicionamentos políticos, a IA participou de debates em tempo real, analisando argumentos e formulando respostas contextualizadas. Ao final da atividade, os participantes foram informados de que a IA utilizava as próprias informações fornecidas pelos estudantes para sustentar seus posicionamentos durante os debates. A revelação constituiu um importante momento de aprendizagem, favorecendo discussões sobre privacidade, uso de dados, transparência algorítmica e governança da inteligência artificial.
Possibilidades de uso da ferramenta da IA para potencializar um ensino-aprendizagem mais crítico das Ciências Naturais, alinhado a problemáticas atuais e cotidianas que busquem promover um engajamento maior dos alunos a partir de uma atividade investigativa.
O contexto educacional impõe ao professor uma sobrecarga administrativa que frequentemente catalisa o esgotamento profissional e o afasta da mediação pedagógica. Esta apresentação traz um panorama objetivo das práticas reais de integração de Inteligência Artificial na rotina docente. O foco será demonstrar, de forma dinâmica, como a IA atua absorvendo o trabalho burocrático. Apresentarei um review focado em: planejamento docente, alinhamento com a BNCC, tratamento de dados, geração de rubricas e a criação de agentes de tutoria socrática (como os Google Gems). A proposta evidencia que a adoção estratégica da tecnologia funciona como uma medida de biossegurança ocupacional, devolvendo ao educador o fôlego necessário para exercer uma pedagogia focada na empatia e na prevenção ativa do Burnout.
Esta proposta reflete sobre como a IA pode ajudar na operacionalização das demandas burocráticas da escola, permitindo que mais tempo seja dedicado a outras atividades.
Aprenderão como incorporar a IA no processo de documentação pedagógica.
Os participantes ampliarão sua compreensão sobre os desafios que o atual cenário de acesso imediato a respostas prontas impõe à aprendizagem e refletirão sobre práticas pedagógicas que mantenham o foco no processo, valorizando a experimentação, a autonomia e o erro como elementos essenciais para a construção do conhecimento.
Na Camino School, 35% das matrículas são acompanhadas pelo núcleo Whole Child Development (WCD). Diante desta realidade, um único professor enfrenta o desafio de realizar de 3 a 5 adaptações pedagógicas diferentes por turma para cada atividade, gerando uma alta sobrecarga de trabalho. Para viabilizar o ensino individualizado de forma escalável, o WCD está estruturando um ecossistema com Inteligência Artificial generativa, em conformidade com a LGPD, em quatro fases. Vamos apresentar um exemplo prático de funcionamento desse modelo, demonstrando como as IAs apoiam a equidade educacional sem exaurir os professores.