Comunicação

Comunicação (70)

Associado à Abepar, o Colégio Dante Alighieri comemora 110 anos de vida no próximo dia 9 de julho. Para celebrar a data, a instituição desenvolveu o Plano de Ações 110-700, que faz referência também aos 700 da morte do artista homônimo, ocorrida em 13 de setembro de 1321. A iniciativa contempla as mais diferentes manifestações culturais, como literatura, fotografia, música, teatro, ilustrações e muralismo, e tem como objetivo principal dar destaque ao ensino e à aprendizagem, sustentadas por valores como ética e humanismo, presentes na atuação do colégio desde a sua fundação.

Confira alguns destaques envolvendo a celebração de Dante Alighieri – o colégio e o poeta - neste ano de 2021:

  • Guia cultural Italianidade Paulistana: será criado um guia digital contendo pontos turísticos, culturais e gastronômicos, com conteúdo dirigido e enriquecido por relatos, entrevistas e imagens. A previsão é de que fique pronto segundo semestre.
  • Peça de teatro inédita baseada na Divina Comédia. Virtual: A criação artística é baseada na obra de maior sucesso de Dante e foi batizada de Uma Divina Comédia. Será uma apresentação com atores profissionais como Maria Amélia Farah e Caio Balthazar. Gravada, a peça está programada para ser apresentada na noite do dia 13 de setembro, data da morte do poeta há 700 anos. O teatro será gratuito, com transmissão pelo Youtube do colégio.
  • Apresentação musical: Este projeto é resultado de uma parceria dos departamentos de Música, Audiovisual e colaboradores de outras áreas da escola que tocam algum instrumento. Será feita uma reinterpretação e gravação de clipe do Samba Italiano, de Adoniran Barbosa. O vídeo trará uma explicação sobre a linguagem usada na letra, com uma tradução para o italiano formal. O material está sendo feito pelos colaboradores e será publicado nas redes do colégio no dia 13 de setembro, data da morte do poeta.
  • Quadrinhos – Revista Ilustrada da Divina Comédia: O gibi, de até 12 páginas, será feito pela artista Lila Cruz, ilustradora baiana que mora em São Paulo e é referência nas redes sociais com suas ilustrações editorais e quadrinhos. Ela fará a ilustração de passagens da Divina Comédia – Inferno, Purgatório e Paraíso, divididos em três volumes. A previsão é de que o material fique pronto agora no segundo semestre nas versões digital e impressa.
  • Oficinas criativas de produção fotográfica e literária: Projeto Olhos Coloridos tem como objetivo desmistificar a ideia de que a escrita é algo difícil, considerando o legado cultural e universal do poeta Dante Alighieri como possível inspiração e abordagem para alguns métodos ou processo de criação literária. A ideia é valorizar o território onde se vive e o conhecimento e potencial criativo dos adolescentes. Será produzida uma publicação com textos e imagens que sejam realizados pelos alunos com seus telefones celulares. As oficinas acontecerão de forma presencial no segundo semestre, ainda a depender das condições sanitárias.
  • Apoio para a exposição Dante 700 anos – Os olhos de Beatriz.  O colégio está apoiando a exposição que marca os 700 da morte do poeta Dante Alighieri, que  acontecerá no Salão Negro das Câmara dos Deputados, em Brasília, de 13 de setembro a 13 de novembro de 2021. Ela apresenta uma excursão aos três reinos da Divina Comédia, Inferno, Purgatório e Paraíso.

Sobre o Colégio Dante Alighieri - Fundado pela comunidade italiana em 1911, o Dante é um colégio que une sua tradição à inovação. Atende alunos desde os três anos até a terceira série do Ensino Médio. Oferece o ensino bicurricular italiano e brasileiro, o curso Ecce, e tem também o High School. Com seu programa de pré-iniciação científica estimula a investigação e resolução de problemas sendo um dos mais premiados do Brasil em competições científicas internacionais. A abordagem da tecnologia e da experimentação científica começa já na educação infantil. Conta com infraestrutura  em termos de tecnologia, literatura, artes e ciências – com um dos mais proeminentes museus escolares de História Natural do Brasil. A proposta educacional se ampara no ensino para a formação de um indivíduo com consciência de suas possibilidades e limitações, munido de uma cultura que lhe permita conhecer e compreender o mundo e refletir sobre o papel do homem.

 

Com informações do Colégio Dante Alighieri.

A Carandá Educação vai retomar as aulas presenciais em agosto de 2021 em uma nova unidade, recém-construída. O novo espaço tem 10.500 metros quadrados de área em terreno de 3.300 metros, localizado junto à rua Joaquim de Almeida, 459, no bairro de Mirandópolis, próximo à avenida José Maria Whitaker, na zona Sul da capital. 

Planejado a partir de referências do que há de mais atual em soluções de arquitetura para escolas, o novo espaço ergueu-se a partir de valores e conceitos há muito professados pela instituição. A nova sede tem estrutura, espaços e funcionalidades intimamente conectadas com o projeto pedagógico da Escola e em sintonia com os desafios dos novos tempos. É um sonho há muito acalentado que agora finalmente é transformado em realidade.

O projeto contou com um estímulo externo: o imóvel onde está hoje parte da Unidade 3 foi comprado por uma incorporadora. Nesse processo, um novo e inesperado parceiro apareceu para viabilizar a construção de uma nova unidade em outro local. Esse parceiro é a incorporadora Patrimônio, que se mostrou disposta a erguer o prédio para aluguel no modelo built to suit. A direção e a equipe da empresa envolveram-se profundamente com o projeto, participando com entusiasmo e sensibilidade de todas as etapas do processo.

O projeto foi pensado coletivamente. Todo o grupo pedagógico, alunos e alunas refletiram, discutiram e levaram as suas descobertas para os arquitetos. As  crianças também participaram. Foram muitas as ideias que nasceram dos alunos, como o escorregador para fora do prédio, o periscópio que enxerga a rua e o balanço que poderá ser usado pelo colega com dificuldade motora. 

Alunos e alunas do 1º ano do Ensino Fundamental tiveram uma conversa muito produtiva com a arquiteta e paisagista Ciça Barbieri Gorski, que desenhou os parques e áreas lúdicas. Os parques oferecem desafios motores e simbólicos, pensados cuidadosamente para cada faixa etária. Na sede nova vai ser possível e prazeroso aprender física nas gangorras ou nos balanços dos parques para os pequenos, explorar noções de botânica e de história por meio do cuidado com as plantas, e muito mais.

Ao contrário da maior parte dos projetos arquitetônicos, este nasce do vazio, que é a praça central, tão marcante no projeto. Praça é o espaço público por natureza, o lugar onde se dão os grandes encontros, as melhores conversas. A praça nesse projeto conecta o refeitório, os parques e o Centro de Estudos Madalena Freire, lugares que alimentam corpo, alma, mente. 

O projeto foi elaborado para garantir que a Praça Central seja a protagonista, o coração da escola, o espaço ideal para promover a integração de toda a comunidade. Amplo e aberto, esse ambiente ajuda a construir convivência e colaboração entre os alunos e educadores. É também um espaço que acolhe, onde a escola receberá as famílias e a comunidade.

A permeabilidade visual também é um elemento fundamental do projeto arquitetônico. Todos os segmentos e pavimentos podem se enxergar. Mesmo os espaços dos pequenos que, embora sejam protegidos, contam com janelas baixas para que eles possam ver a escola. Cada pavimento foi projetado de forma escalonada, onde áreas livres são criadas de maneira desencontrada, promovendo acesso visual aos demais pavimentos e à praça central. O acesso às salas de aula e demais ambientes da escola não acontece por meio de corredores, mas sim através de espaços amplos de convivência, sempre conectados visualmente com a Praça Central.

Além da permeabilidade visual, o conforto térmico e acústico foi também uma demanda apresentada aos projetistas. Esse projeto combinou arquitetura e tecnologia com conhecimento do clima e dos ventos. O resultado foi a presença de ambientes frescos, arejados e bem ventilados. Como isso foi feito? 

Para tornar isso realidade, foram analisados os fatores climáticos naquele terreno: de onde vinham os ventos, orientação solar, amplitude térmica. Depois, foram projetadas as janelas, duas em cada sala de aula, localizadas em paralelo. De um lado, a janela da fachada do edifício, protegida pelo brise, um painel vazado que permite a passagem da luz e do vento capaz de filtrar o calor e a radiação solar. Do outro, lado, janelas altas voltadas para os terraços – pátios internos sombreados com vista para a praça central. E, como os terraços estão sempre mais frescos que a fachada, ao abrir as janelas dos dois lados acontece a ventilação natural cruzada, tornando os ambientes arejados de modo a evitar o uso do ar condicionado na maioria das situações.

Os terraços que conectam as salas de aula permitem que o encontro possa expandir-se para a área aberta, ampliando as possibilidades de aprendizado. O 2º andar é composto por espaços comuns, como a biblioteca, o ateliê, a sala maker, o laboratório de ciências, de música. É um amplo espaço para o acesso de alunos e alunas de todas as idades, de fácil acesso também aos estudantes da Educação Infantil e do Fundamental 1, que ficam no primeiro andar, e também aos alunos do Fundamental 2 e do Ensino Médio, que ficarão no 3º andar. 

Cultura, arte e esporte estão naturalmente integrados ao projeto pedagógico e ao projeto arquitetônico, pois a arte sempre foi aliada e fonte de inspiração da Escola. Iniciativas de ocupação estão sendo desenvolvidas por artistas ligados à escola ou mesmo por pais de alunos, como a artista plástica Lia Chaia. Por isso, o espaço é pensado também como uma galeria, onde artistas de dentro e de fora da comunidade podem circular, experimentar e revelar suas mais diferentes ideias e expressões.

Na Carandá, a aula não se dá só dentro das salas e a escola não acontece só no tempo regulamentar. Os jovens terão a possibilidade de praticar esportes e desenvolver atividades que contribuam para a construção de seus projetos pessoais. No novo espaço, o período integral e as atividades complementares que antes estavam restritos à Educação Infantil e ao Fundamental 1 se expandem para o Fundamental 2 e o Ensino Médio. Em breve, toda a comunidade escolar – pais de alunos e equipe – poderão também usar este espaço para atividades culturais e esportivas.

O Centro de Estudos Madalena Freire não poderia ficar de fora como parte fundamental do Projeto Político Pedagógico. Na casa nova, o centro é um lugar capaz de abrigar os encontros de formação, de receber educadores de toda a cidade e de fora dela. Um espaço flexível que pode ser modificado de acordo com os usos que a ele forem atribuídos.

Assista aqui o vôo do drone sobre o prédio: https://youtu.be/1iV-6RFJkaA

Sobre a Carandá

Com mais de 40 anos de história, a Carandá Educação nasce da fusão entre a Escola Carandá e o Espaço Vivavida. Após a fusão, passou a se chamar Carandá Vivavida e, em 2021, Carandá, encurtando caminhos e assumindo o nome carinhoso que ganhou ao longo dos anos. É uma escola com uma proposta pedagógica humanista e contemporânea, que envolve os alunos numa formação integral, crítica e atuante, preparando-os para agir coletivamente, de maneira consciente. O projeto pedagógico revela um olhar pulsante e legítimo para a educação. É a partir dele que se constrói e se compartilha conhecimento.

Sobre a Arquitetura

A nova sede da Carandá Educação foi criado pelo escritório Königsberger Vannucchi Arquitetos Associados, responsáveis por edificações inovadoras como Sesc Avenida Paulista e Kinoplex Itaim, e construído pela Patrimônio. O projeto da Carandá foi objetivo de publicação na revista Galeria de Arquitetura, veja aqui. 

Área do terreno: 3.294 m²

Área construída: 10.467 m²

Endereço: Joaquim de Almeida, 459. Mirandópolis

por Sesc

Para marcar os 100 anos do filósofo e sociólogo francês Edgar Morin, que serão completados em julho, o Sesc São Paulo promove nos dias 28 e 29 de junho o ciclo “Jornadas Edgar Morin – A vida em tempos de incertezas e a construção do futuro“. As duas mesas ao vivo reunirão na série Ideias #EmCasaComSesc, no Canal do Youtube do Sesc SP e no Facebook do Sesc SP, nomes como Mário Sérgio Cortella e Michel Maffesoli. O pensador homenageado e o diretor do Sesc SP, Danilo Santos de Miranda, farão a abertura do evento. 

Edgar Morin é um pensador polifônico, transdisciplinar, empenhado em ampliar a compreensão de um mundo cada vez mais interligado, interconectado, interdependente, devastado por uma policrise planetária, que demanda uma política de civilização capaz de superar o mal-estar, regenerar o humanismo, ampliar a ética. As duas mesas serão voltadas para as incertezas do futuro no mundo contemporâneo, tendo como referência sua vasta obra e a pluralidade de interpretações dela decorrentes.

Na segunda-feira (28/06), o encontro terá abertura de Edgar Morin e do diretor do Sesc São Paulo, Danilo Santos de Miranda, prólogo de Edgard de Assis Carvalho e participação de Maria da Conceição Xavier de Almeida e Juremir Machado. A mediação é de Lia Diskin, com apresentação de Heloisa Pisani. 

Na terça-feira, (29/06), a mesa conta com a participação de Tereza Mendonça Estarque e Izabel Petraglia, prólogo de Edgard de Assis Carvalho, mediação de Mário Sérgio Cortella, epílogo de Michel Maffesoli e apresentação de Heloisa Pisani.

A relação do Sesc com o pensador francês remonta aos idos de 1990 e resultou em uma longa e frutífera trajetória do encontro do pensamento de Morin com os ideais do Sesc, que culminou na criação de um site em 2002, reformulado e relançado em 2020. 

O site – edgarmorin.sescsp.org.br – traz o itinerário de vida do pensador francês ao longo do século XX, destacando os momentos mais marcantes em formato de história em quadrinhos. Para aprofundar o estudo sobre a vasta obra de Morin, palavras-chave pontuam fragmentos da obra de Morin, a fim de apresentar a abrangência e a atualidade das reflexões feitas sobre seu complexo pensamento.

Jornadas Edgar Morin – A vida em tempos de incertezas e a construção do futuro

28 de junho, segunda, às 15h

Abertura:

Edgar Morin – Antropólogo, sociólogo e filósofo francês. Pesquisador emérito do CNRS. Formado em Direito, História e Geografia, realizou estudos em Filosofia, Sociologia e Epistemologia.

Danilo Santos de Miranda – Filósofo, cientista social e especialista em Ação Cultural. Diretor do Sesc São Paulo. Conselheiro em diversas entidades, dentre as quais a Fundação Itaú Cultural, Rede Nossa São Paulo e Conselho Municipal de Turismo da Cidade de São Paulo. 

Prólogo:

Edgard de Assis Carvalho – professor titular de Antropologia da Faculdade de Ciências Sociais da PUC-SP, coordenador do COMPLEXUS. Correpresentante brasileiro da cátedra itinerante UNESCO Edgar Morin. Professor visitante da Fiocruz, Recife. Autor de vários ensaios e livros sobre antropologia dos sistemas complexos.

Debatedores:

Juremir Machado da Silva – doutor em Sociologia pela Sorbonne, professor titular da PUC-RS, jornalista, historiador, radialista e escritor. Traduziu quatro dos seis volumes de “O Método” de Edgar Morin, com quem fez pós-doutorado na França. 

Maria da Conceição Xavier de Almeida – doutora em Ciências Sociais (Antropologia) pela PUC-SP. Professora Titular da UFRN. Coordenadora do GRECOM – primeiro ponto brasileiro da Cátedra Itinerante UNESCO Edgar Morin para o Pensamento Complexo. 

Mediação:

Lia Diskin – escritora, cofundadora e mentora da Associação Palas Athena, de programas educacionais multidisciplinares e multiculturais no Brasil e exterior, pelos quais recebeu inúmeras premiações nas áreas de Direitos Humanos, Ética e Cultura de Paz.

Apresentação:

Heloisa Pisani – assistente de Relações Internacionais do Sesc São Paulo, instituição onde atua desde 2008. Jornalista, mestre em Multimeios e especialista em Gestão e Políticas Culturais.

 

29 de junho, terça, às 15h

Prólogo: Edgard de Assis Carvalho.

Debatedores:

Tereza Mendonça Estarque – presidente do Instituto de Estudos da Complexidade, psicanalista, membro efetivo do Círculo Psicanalítico do Rio de Janeiro. Doutora em Ciências Sociais pela PUC-SP, com pós-doutorado em Filosofia Política pelo IUPERJ.

Izabel Petraglia – doutora em Educação pela USP, com pós-doutorado pelo Centro Edgar Morin, da EHESS – Paris. Professora do Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Metodista de São Paulo. Líder do GEPEC – Grupo de Estudos e Pesquisa em Complexidade, cadastrado no diretório de grupos do CNPq.

Mediação:

Mário Sérgio Cortella – filósofo e doutor em Educação, docente do Departamento de Teologia e Ciências da Religião e da pós-graduação em Educação da PUC-SP.

Epílogo:

Michel Maffesoli – doutor em Ciências Humanas e Sociologia, é professor emérito da Universidade Sorbonne – Paris, fundador e diretor do Centre d’Études sur l’Actuel et le Quotidien – CEAQ (Centro de Estudos sobre o Atual e o Cotidiano), e diretor do Centre du Research sur l’imaginaire (Centro de Pesquisa sobre o Imaginário).

Apresentação: Heloisa Pisani.

 

Divulgação: https://m.sescsp.org.br/sesc-homenageia-os-100-anos-de-edgar-morin-com-debates-ao-vivo/

A SEE-SAW, escola associada à Abepar, criou uma sala fixa no aplicativo Club House, rede social de áudio que permite conectar usuários com interesse sobre um mesmo tema. Todas as quarta-feiras, às 10h, Cecília Mahfuz, orientadora educacional do colégio, receberá um convidado para falar sobre assuntos relacionados à educação, alimentação, saúde e entre outros.

Para participar dessa sala, basta seguir as contas @seesawoficial e Club EDUCATION TALKS. Pessoas que já tem perfil nessa nova rede social poderão participar da sala. Outros vão receber mensagem pedindo para aguardar um convite. Caso queira participar como convidado ou ocorra alguma dúvida em relação aos eventos, ao convite e ao aplicativo, você pode enviar mensagem para Roberta Palermo pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. ou pelo WhatsApp (9 9249-0400). É importante mencionar a sua dúvida ou dificuldade específica.

As transmissões são ao vivo e funcionam apenas por áudio. Pelo Club House, é possível fazer perguntas e conversar com todos os participantes da sala.

O projeto teve início no dia 23/6 e contou com a participação da pedagoga Ciça Botelho, que falou sobre a escola dos sonhos e educação bilíngue. 

 

Próximas transmissões Club EDUCATION TALKS

Dia 30/06

Quarta-feira, às 10h00

Cecília Mahfuz recebe o educador e biólogo Cesar Pazinatto

Tema: Álcool e drogas na adolescência 

 

Dia 07/07

Quarta-feira, às 10h00

Cecília Mahfuz recebe a terapeuta familiar e neuropsicopedagoga Regina Sarhan

Tema: Educando com propósito.

 

Dia 14/07

Quarta-feira, às 10h00

Cecília Mahfuz recebe a pedagoga Érica Santos

Tema: Adaptação Escolar.

 

Dia 21/07

Quarta-feira, às 10h00

Cecília Mahfuz recebe a pedagoga Talita Macedo

Tema: Alfabetização

 

Dia 28/07

Quarta-feira, às 10h00

Cecília Mahfuz recebe a pedagoga Viviane Maia

Tema: Como criar o hábito da leitura.

 

Dia 04/08

Quarta-feira, às 10h00

Cecília Mahfuz recebe a pedagoga Vanessa Corredato

Tema: a definir

Em relatório divulgado nesta quarta (17/3), o Banco Mundial sustenta que a pandemia do novo coronavírus produziu o maior choque já sofrido na história pelos sistemas educacionais, com enorme prejuízos para alunos de todos os países, especialmente das comunidades mais carentes dos países mais pobres. Focado na América Latina e países do Caribe, o relatório destaca três mensagem principais.

1. A aprendizagem está despencando nos países da América Latina e Caribe por causa da pandemia, particularmente entre as crianças mais pobres. Os alunos que não sabem ler e compreender um texto simples ao final do ensino fundamental representam 51% do total. Agora, esse percentual subiu para 62,5%. 

2. Para recuperar esse atraso é necessário que os países dessas duas regiões somem esforços e recursos para oferecer o quanto antes a reabertura segura e eficaz das escolas em âmbito nacional.

3. A pandemia, a despeito dos males que vem produzindo na educação, representa, ao mesmo tempo, uma oportunidade para que os países da América Latina e Caribe promovam uma ampla reformulação de seus sistemas de ensino de modo a torná-los mais eficazes, igualitários e resilientes.

Acesse aqui a íntegra do Relatório “Agindo agora para proteger o capital humano de nossas crianças”, elaborado pelo Banco Mundial e divulgado nesta quarta-feira, 17 de março de 2021.

 

(Imagem: kevajefimija/iStock.com)

 

Arthur Fonseca Filho, diretor da Abepar, fala sobre a importância de continuar seguindo os protocolos de segurança com as escolas abertas durante a fase vermelha.

Assista ao vídeo: 

As escolas públicas e particulares voltam finalmente às suas atividades pedagógicas presenciais a partir deste 1º de fevereiro de 2021. As autoridades e a sociedade brasileira compreenderam, finalmente, que educação é serviço essencial e que o ensino remoto ou híbrido não substitui a relação pedagógica profunda que se configura com presença ativa do professor na sala de aula. 

A pandemia ainda em curso em todo o mundo já deixou duras lições. Uma das mais importantes diz respeito às consequências nefastas do afastamento dos alunos das escolas. Os graves prejuízos deste distanciamento colocam em risco o presente e o futuro de milhões de estudantes. 

É muito positivo para toda a comunidade escolar que aconteça o retorno às aulas presenciais em 2021, em um movimento pautado pelos cuidados e recomendações das autoridades de Saúde e pelas orientações do órgão normativo da educação paulista, que é o Conselho Estadual de Educação (CEE).

As experiências presenciais que se verificaram nas nossas escolas no ano passado não produziram surtos ou outros efeitos negativos. Tudo ocorreu de acordo com expectativas mais otimistas. Desta vez também será assim. O apoio das famílias será agora muito importante para que as regras de distanciamento sejam mantidas também fora das escolas.

A Associação Brasileira de Escolas Particulares (Abepar) saúda a volta às aulas presenciais. É tempo agora de acolher os nossos alunos, observá-los com atenção e carinho e, principalmente, é hora de retomar as atividades pedagógicas presenciais, que são a razão de ser de toda escola, seguindo naturalmente rigorosos protocolos de saúde.


Associação Brasileira de Escolas Particulares

1º de Fevereiro de 2021

(Imagem: evgenyatamanenko/iStock.com)

Após enquete com familiares, alunos serão divididos em grupos para aulas presenciais e on-line; material escolar será entregue em drive thru; ensino remoto colaborou para lista mais barata

 

Por Colégio Santa Maria

As férias escolares estão chegando ao fim, e o Colégio Santa Maria irá retomar suas atividades em 1º de fevereiro, respeitando as normas da Secretaria Estadual de Educação. Vale lembrar que no ano passado a direção da Escola optou por não voltar com as aulas do currículo regular, mesmo com autorização da Prefeitura Municipal.

Os alunos estarão divididos em dois grupos: em um deles os estudantes participarão, em sistema de rodízio, das aulas presenciais e a distância. O outro grupo será composto pelos estudantes que não poderão frequentar o Colégio e, portanto, seguirão exclusivamente no sistema on-line. São os casos em que o aluno tem fator de risco ou mora com pessoas que possuem comorbidades e são vulneráveis à contaminação do coronavírus. Para integrar o grupo virtual, é necessário apresentar atestado médico.

Baseada em uma enquete feita com as famílias, a equipe pedagógica está formando os grupos para o planejamento do semestre letivo, que vai exigir um novo formato diante dos desafios impostos pela pandemia. “Para oferecer maior segurança aos nossos alunos e familiares, quando tivermos o cálculo do número de estudantes em cada sala, teremos condições de dividir as turmas e ofertar atividades simultâneas em ambientes diferentes”, diz Marcia Almirall, orientadora pedagógica do 3º ano do Ensino Fundamental. Como o Santa Maria dispõe de uma grande área externa, as atividades podem ser distribuídas em diversos espaços, o que permite maior distanciamento.

 

DRIVE THRU DE MATERIAL ESCOLAR

O Santa Maria entregou o material adquirido pelas famílias pelo sistema drive thru. Desde o final do ano passado, o Santa Maria reduziu a quantidade de produtos da sua lista de material, em virtude do sistema on-line e do uso cada vez menos frequente de impressão de papel. Além disso, parte do material didático do Ensino Fundamental e Ensino Médio é digitalizada. A instituição incentivou, ainda, o reaproveitamento de cadernos, borrachas, lápis, canetas, compasso etc. Em função das mudanças, as famílias tiveram uma margem de economia entre 10 e 28%. 

 

 (Imagem: ake1150sb/iStock.com)

 

 

Processo seletivo para o 1º semestre de 2021 terá programa de bolsas para profissionais da rede pública e para candidatos pretos, pardos e indígenas

 

Por Instituto Vera Cruz

São Paulo, 23 de novembro de 2020 – O Instituto Vera Cruz, unidade de Ensino Superior da Escola Vera Cruz, está com inscrições abertas para o processo seletivo da graduação em Pedagogia e para três de seus cursos de pós-graduação: “Alfabetização: Relações entre Ensino e Aprendizagem”, “As Relações Interpessoais na Escola: das Competências Socioemocionais à Personalidade Ética” e “Formação de Escritores” (núcleos Ficção e Não Ficção).

A graduação em Pedagogia terá sua seleção realizada, inteiramente, de modo virtual, e os candidatos que já tiverem diploma de nível superior ou nota igual ou superior a 450 pontos no Exame Nacional do Ensino do Ensino Médio (Enem) estarão isentos da prova para ingresso no curso.

A seleção para os cursos de pós-graduação também será online. Para se inscreverem, os interessados terão de apresentar produção escrita; já para a pós Formação de Escritores são necessários um texto literário e uma carta de intenções dirigida à coordenação do curso.

O Instituto dispõe de um programa de bolsas que oferece de 15% a 80% de desconto e que contempla variáveis como renda familiar e raça/cor, e para profissionais da rede pública de educação e de redes conveniadas.

Para saber mais informações sobre cada processo seletivo, acesse:

. Graduação em Pedagogia | Inscrições até 20 de janeiro de 2021: https://site.veracruz.edu.br/instituto/graduacao-em-pedagogia/

Pós graduação | Inscrições até 20 de dezembro de 2020:

. Alfabetização: Relações entre Ensino e Aprendizagem https://site.veracruz.edu.br/instituto/posgraduacao/alfabetizacao-relacoes-entre-ensino-e-aprendizagem/

. As Relações Interpessoais na Escola: das Competências Socioemocionais à Personalidade Ética https://site.veracruz.edu.br/instituto/pos-graduacao/as-relacoes-interpessoais-na-escola/

. Formação de Escritores | Inscrições até 27 de novembro de 2020 https://site.veracruz.edu.br/instituto/formacao-de-escritores/apresentacao/

 

 

Sobre o Instituto Vera Cruz – O Instituto Vera Cruz oferece formação de nível superior para profissionais e estudantes da área da educação. Seu curso de graduação em Pedagogia e os de pósgraduação (Alfabetização, Relações Interpessoais na Escola, Didática da Matemática e Literatura para Crianças e Jovens) têm metodologia que integra teoria e prática, com oficinas, práticas de leitura e escrita, seminários, debates e estágios supervisionados. 

(Imagem: Tevarak/iStock.com.br)

De um sonho, nasceu o Magister. O colégio da Zona Sul de São Paulo e associado à Abepar completou, no último dia 11 de novembro, 52 anos. A comemoração do aniversário em 2020, no entanto, teve de ser diferente por conta do distanciamento social, necessário em tempos de pandemia. A tecnologia deu o suporte para unir e aproximar até mesmo ex-alunos da instituição. Com mensagens enviadas à escola por meio de ferramentas digitais, e com a exibição de retrospectivas históricas de alunos e ex-alunos elaboradas pelo colégio, o Magister mostrou que nem mesmo a pandemia de Covid-19 foi capaz de quebrar o elo entre escola e família. 

A diretora pedagógica, Katia Martinho Rabelo, sustenta que a história do Colégio é maior que cinco décadas. “Aqui construímos muitas outras histórias e deixamos marcas na vida de muitas pessoas”, disse a diretora. “Pensar na responsabilidade que temos por essas marcas significa valorizar a história de cada um dentro da história da escola toda”, complementa.

Fundação do Magister

A trajetória do antigo Externato Onze de Novembro, uma homenagem feita a São Martinho, começou no final da década de 60. Em 1968, o recém formado professor de Matemática, Alberto Martinho e a professora de Geografia, Ilka Martinho, decidiram fundar uma escola oferecendo cursos de admissão ao ginásio e datilografia e mais tarde Educação Infantil e 1ª a 4ª série. O nome “Magister” só veio aparecer 10 anos após a sua fundação. 

Ao longo do tempo, o ensino bilíngue foi implantado e se solidificou com programas que caracterizam a preocupação com a modernidade no ensino e o desenvolvimento de cidadãos críticos e com as habilidades necessárias para o século XXI.

Relação família-escola

Reconhecidos pelo acolhimento aos estudantes e famílias e pelo respeito com que trata sua comunidade, o Magister se atenta às necessidades da criança e do jovem ao mesmo passo em que oferece uma formação acadêmica forte. Prova disso foi a conquista, em 2019, da melhor nota de redação do Enem de sua região. 

A diretora, que é filha do casal fundador e atua na escola junto com seus irmãos Karin e Marcos, explica que a forma como o Colégio lida com sua equipe influencia o modo como esses profissionais se relacionam com os estudantes, com as famílias e entre si. “Escolher uma escola que é de acolhimento é escolher uma visão de mundo”, explica. “Por isso, nosso projeto pedagógico responde às demandas do hoje, com um ensino que leva os alunos a alcançarem grandes oportunidades, sem que a essência do respeito e do acolhimento se perca”, garante a diretora.

2020

Com experiência no meio digital e repertório tecnológico já constituído, o Colégio Magister conseguiu adaptar suas atividades rapidamente ao ambiente online durante a quarentena. Ainda assim, o período foi de muito aprendizado, segundo Katia Martinho     . 

A diretora também explica que o Magister só conseguiu responder bem ao processo devido à sua boa infraestrutura e ao engajamento das famílias e da equipe. “Para se manter firme ao longo desses 52 anos é preciso muita renovação”, diz.

Leia a matéria completa sobre a adaptação do colégio durante a pandemia.