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O Colégio Santa Maria, associado à Abepar, comemora agora mais uma importante conquista. Um de seus alunos ganhou a medalha de ouro na disputada Olimpíada Paulista de Neurociências. O estudante João Vignola de Carlo, do 3º ano do Ensino Médio, foi o único jovem da capital paulista classificado para disputar a Olimpíada Brasileira. Além da medalha, João Vignola foi premiado com uma inscrição para estudar Neurociências Clínicas, curso ministrado pelo Instituto de Ciências Cognitivas da Universidade Federal do Rio de Janeiro e uma inscrição para participar do Simpósio Brasileiro de Neurociências, que será realizado em dezembro deste ano.

De acordo com o Colégio Santa Maria, o estudante foi incentivado a participar da Olimpíada por um colega e começou a se preparar para o evento pouco antes da pandemia. O aluno contou com a orientação da bióloga Maria Soledad Más Gandini, coordenadora da área de Ciências da Natureza do Ensino Médio no Santa Maria. “João vem estudando intensivamente desde março e teve 90% de aproveitamento na prova, enquanto o aproveitamento médio dos concorrentes foi 53%”, comemora a coordenadora. 

O curso preparatório para a competição foi promovido pelo Hospital Albert Einstein. A orientadora Maria Soledad montou um programa semanal de estudos com roteiro e fontes de pesquisa para que ele tivesse o melhor aproveitamento. O período de preparação e aprofundamento nos estudos motivou o estudante a seguir carreira médica. 

João Vignola já participou de outras olimpíadas de conhecimento. Ele foi medalha de prata na Olimpíada de Astronomia de 2019 e ficou entre os cinquenta melhores candidatos nas seletivas para a Olimpíada Internacional de Astronomia, que aconteceu no Rio de Janeiro em 2019. No último dia 17 de outubro, ele também conseguiu classificação para a Olimpíada Brasileira de Química, que acontece no dia 12 de dezembro.

 (Imagem: Naypong/iStock.com)

O 4º Congresso Internacional de Jornalismo de Educação, promovido pela Associação de Jornalistas de Educação (Jeduca), é realizado anualmente e debate temas atuais que envolvem a cobertura jornalística de educação. Em 2020, o tema central do evento é “O jornalismo de educação na pandemia - O que fizemos até aqui e como continuamos na retomada”, e ocorre entre os dias 19 e 23 de outubro. 

Serão 12 mesas de debate, que tratam temáticas do jornalismo e de educação no contexto da pandemia, principalmente o agravamento das desigualdades e as dificuldades enfrentadas por professores e alunos.  O Congresso é totalmente online e gratuito. 

Assista ao primeiro dia de Congresso e confira a programação completa aqui.

 

Os protocolos e orientações desenvolvidas através do convênio entre a Abepar e a Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein foram apresentados em um webinário, no dia 8/10, para toda a comunidade escolar da Abepar. 

Referência internacional de qualidade na área de saúde e na área de pesquisa e combate à Covid-19, o Einstein vem trabalhando em parceria com as escolas associadas desde julho deste ano. Foram produzidos diversos protocolos considerando o universo escolar e elaboradas orientações para o retorno seguro dos alunos, professores e funcionários. 

O diretor executivo da Abepar, Roberto Prado, coordenou o encontro. Por parte do Einstein, apresentaram o webinário os médicos Vinícius Ponzo da Silva, consultor técnico de infectologia, e Cléber de Moraes Motta, líder de projetos, além da enfermeira Suzana Mosquim, consultora de projetos. 

Assista ao webinário na íntegra: 

Após sete meses fechadas por conta da pandemia de Covid-19, as escolas da cidade de São Paulo retornaram às atividades presenciais no dia 7 de outubro de 2020. No mesmo dia, a Abepar realizou uma pesquisa entre suas associadas para colher informações sobre o primeiro dia de retorno. Veja abaixo os resultados parciais da pesquisa.

A Abepar está coletando informações das escolas associadas sobre a volta às atividades presenciais, que teve início em 7/10. As informações coletadas pela pesquisa serão utilizadas internamente pela própria Associação. Leva menos de 2 minutos.

Responda o formulário abaixo:

 

(Imagem: golubovy/iStock.com)

As escolas da Abepar já estão preparadas para a volta às aulas. Além de implementar protocolos de saúde e sanitários para garantir a segurança de todos, as escolas apostam na comunicação com a comunidade escolar. Assim, pais, alunos e funcionários ficam bem informados sobre os cuidados tomados pelas escolas e as recomendações que devem ser seguidas por todos nesse período de retomada das atividades presenciais. 

Por meio de vídeos explicativos, algumas instituições, como o Colégio Bandeirantes e a escola Carandá Vivavida, contam na prática, de forma didática e bem-humorada, como seguir os protocolos. Confira: 

A Associação Brasileira de Escolas Particulares e Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein apresentam a alunos, famílias, professores, funcionários e a toda a comunidade escolar os protocolos e as medidas sanitárias adotadas pelas escolas para garantir um retorno seguro e gradual às atividades presenciais. O webinário, com a presença de médicos e profissionais do Hospital Albert Einstein e de representantes da Abepar, está agendado para a próxima quinta-feira, dia 8 de outubro, às 19 horas. 

Assista aqui: https://youtu.be/OMIS9nBU1vE

por Instituto Vera Cruz

O clima escolar e a construção de valores serão temas da próxima edição da revista acadêmica 

A revista Veras, periódico acadêmico do Instituto Vera Cruz voltado à publicação de estudos no campo da educação, está com inscrições abertas para os interessados em publicar seus artigos na próxima edição, a ser lançada no final de 2020.

Desta vez, a revista terá um dossiê especial sobre clima escolar e construção de valores. Os estudos acercade tais temas têm tido relevância crescente para educadores, por serem capazes de melhorar as relações sociais dentro da escola, com as famílias e com a comunidade. Esses estudos também auxiliam no processo de inclusão dos alunos, no rendimento acadêmico, na prevenção ao bullying e na diminuição da rotatividade entre os docentes da instituição de ensino, além de terem se tornado ainda mais importantes para os educadores em tempos de pandemia e quarentena.

Os artigos e relatos de experiência de profissionais cujas agendas tenham convergência com o tema do dossiê, bem como trabalhos que digam respeito a outros aspectos da temática educacional, serão aceitos até o dia 31 de outubro, pelo site www.veracruz.edu.br/instituto/veras

Sobre a revista – Veras é um periódico acadêmico do Instituto Vera Cruz voltado à publicação de estudos no campo da educação, resultantes de investigações e análises de fenômenos educacionais relevantes nessa área do conhecimento.

De periodicidade semestral, Veras não se restringe a um segmento específico do campo educativo. Assim, todos os níveis de ensino – bem como todos os aspectos que envolvem o ensino e a aprendizagem – podem ser contemplados pelo periódico, por meio de reflexões que contribuam para uma ampla e diversificada abordagem da problemática educacional contemporânea. Para tanto, a revista Veras está aberta a todos os autores que quiserem participar da discussão e da análise da educação na atualidade. 

Imagem: MonthiraYodtiwong/iStock.com

O psicanalista e professor Christian Dunker participa do próximo Ciclo de Palestras da Bahema Educação, dia 24/9, às 20h. O tema do debate será “Que marcas o isolamento nos deixará?”, com transmissão ao vivo canal do YouTube da Bahema. Assista aqui. 

Christian Dunker é psicanalista, professor titular da Universidade de São Paulo (USP) e escritor agraciado com o Prêmio Jabuti.

 

As escolas associadas à Abepar estão preparadas para a retomada gradual e segura das atividades presenciais, afirmou o diretor Cláudio Giardino. O retorno vai acontecer sob rigoroso acompanhamento de protocolos sanitários, elaborados com o apoio técnico de renomadas instituições de saúde, e em sintonia com as determinações das autoridades sanitárias do Estado e dos municípios.  

Em entrevista concedida à rádio CBN São Paulo, na sexta-feira (11/9), Cláudio Giardino falou sobre a retomada e as medidas preventivas de segurança que as escolas associas à Abepar irão adotar. Uma delas é a adoção do sistema de ‘bolhas’ ou clusters, já utilizado em outros países. O diretor considera essencial a aprendizagem presencial e reabertura das escolas. A seguir, os trechos mais relevantes da entrevista:  

Como tem sido o trabalho da Abepar no que diz respeito aos protocolos de retomada das aulas presenciais?

As escolas que trabalham com Educação Infantil e com o Fundamental I, estudantes de cinco, seis até 10 anos, já trabalham em torno de quatro horas a cinco horas, que é um tempo razoável para esse retorno. Quanto às escolas com Fundamental II e Ensino Médio, que em média trabalham de cinco a seis horas com as crianças, algumas vão manter esse horário normal. Outras vão trabalhar com o horário reduzido, entre quatro e cinco horas. Ficará a critério de cada escola.

Existe alguma orientação para que as unidades voltem com parte dos alunos de todas as séries ou a intenção é priorizar alguma série?

As escolas da Abepar têm feito vários estudos nas últimas semanas, apoiando-se inclusive em estudos e protocolos de países da Ásia e Europa que já estão realizando suas aberturas. Todas as escolas têm um plano de reabertura próprio, fundamentado em regras e protocolos específicos. Elas são apoiadas por empresas de segurança e saúde escolar, além de instituições de saúde como os hospitais Albert Einstein e Sírio-Libanês. 

Esses protocolos elaborados pelas escolas têm sido enviados aos pais, que muitas vezes participam de lives para conhecer essas regras com mais detalhes. Nesses encontros, os educadores explicam aos pais e colaboradores como irão funcionar as regras que aparecem em cada um dos protocolos. Isso tem gerado mais segurança na comunidade escolar em relação a volta dos alunos às aulas presenciais.  

Para a volta de alguma série, ano ou algum segmento escolar, cada escola está adotando um critério. Algumas têm priorizado a Educação Infantil e as séries iniciais do Fundamental, principalmente porque as mães dessas crianças, que são crianças menores e que não tem tanta autonomia, precisam voltar ao trabalho. Essas famílias necessitam da escola para que os filhos estudem, aproveitem e até recuperem a parte emocional, que é muito importante para todos. Uma outra parte das escolas tem pensado em abrir para todas as séries, respeitados os 35% de alunos em sala de aula.

A carga horária e o número de dias em que o aluno irá à escola podem ser reduzidos?

Os alunos só voltarão às escolas se for este o desejo dos pais. Isso é facultativo. Cada família vai decidir se o estudante volta ou não nessa primeira fase de reabertura. A ideia é essa. As escolas da Abepar farão novas pesquisas assim que o governo permitir a reabertura. As famílias vão aderir ou não a essa reabertura.

Algumas instituições estão apostando em modelos já aplicados em países onde a pandemia chegou antes, como o chamado sistema de bolhas. Esse modelo é o melhor a ser adotado?

Sem dúvida nenhuma, o sistema de “bolhas” ou “clusters” é fundamental para cada uma das escolas da Abepar e do Brasil como todo. Esse modelo está sendo usando na Europa e nos países da Ásia e vem dando certo. Se você tem grupos de cinco, seis, sete alunos, e esses grupos não se misturam com os outros, caso um aluno de um grupo tenha o coronavírus, o grupo inteiro de seis ou sete alunos ficará afastado das aulas e não todos os grupos da escola. Isso reduz a chance de transmissão. Isso é muito importante para nós, escolas da Abepar. 

Vocês orientam que os alunos comam na escola?

Nessa primeira fase, a gente tem orientado as famílias a mandar o lanche para a escola. Queremos evitar que haja o deslocamento até a cantina escolar. Existe também em algumas escolas um acordo entre a cantina escolar e as famílias. Os pedidos podem ser feitos por WhatsApp um dia antes. A cantina prepara o alimento e o envia para a sala de aula. Existem essas duas opções. 

A reabertura é uma solução viável?

Ressalto que é muito importante que as escolas reabram e retomem suas atividades dentro desses limites já estabelecidos. Precisamos trazer de volta a aprendizagem para o presencial. Por mais que escolas e professores se esforcem, percebemos que a aprendizagem remota não é o melhor modelo. O ensino remoto supre uma necessidade de momento. Existe uma necessidade vital de sociabilidade e de contato com colegas e professores, respeitando o distanciamento.

Cláudio Giardino – Perfil
Cláudio Giardino é geógrafo, especializado em psicopedagogia e gestão escolar. É autor de livros didáticos e trabalha há 10 anos como gestor de rede de escolas. Atualmente é diretor da Abepar e do grupo de escolas OEP, que reúne Oswald, Elvira Brandão e Piaget).