
Realizado no Colégio Santa Cruz, em 19 de setembro, o II Congresso Abepar teve como grande novidade a Partilha de Práticas, espaço em que as escolas associadas apresentaram experiências reais com inteligência artificial em sala de aula. Representantes da Abepar e de escolas associadas contam o que viram nessas sessões e o que o encontro deixa para o debate sobre IA na educação.
Francisco Carbonari, Secretário Executivo da Abepar, coordenou duas partilhas e destaca que as apresentações mostraram, de forma concreta, como a IA pode ser usada com responsabilidade e senso crítico dentro da escola. Para ele, o formato deve ser ampliado nas próximas edições.
Cláudio Giardino, Diretor do Colégio Oswald de Andrade, chama atenção para uma questão que segue em aberto: o engajamento dos alunos com a IA é evidente, mas ainda é cedo para saber se essas sequências didáticas resultam em mais aprendizagem.
Silvana Franco, Diretora-Geral do Colégio Piaget, retoma a conferência de abertura de David Buckingham para defender o letramento como base de tudo. Para ela, é a condição para que as pessoas usem a tecnologia com criticidade.
Caroline Genero, Diretora-Geral do Colégio Elvira Brandão, comenta as práticas interdisciplinares que acompanhou. Ela ressalta como a IA, quando bem mediada, aproxima os estudantes do conteúdo e gera aprendizagem significativa.
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