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O professor Arthur Fonseca Filho, diretor da Abepar, irá participar da Summit Educação Brasil 2020. Realizado pelo Estadão, o evento é online e está marcado para os dias 24 a 31 de agosto, com o tema principal “Volta às aulas e a nova educação pós-pandemia”. Fonseca Filho foi convidado para o painel de debates que ocorre nesta terça-feira (25), das 9h às 11h, para falar sobre “Como as escolas particulares se preparam para a retomada”

Ao lado de Fonseca Filho estarão Silvia Gasparian Colello, professora da pós-graduação da Faculdade de Educação da USP, e Ana Beatriz Ricchetti Ferreira, aluna do Colégio Visconde de Porto Seguro, entre outros. Renata Cafardo, repórter especial e colunista de Educação do Estadão e da Rádio Eldorado, será a mediadora do debate. 

A fala do diretor da Abepar estará centrada no argumento de que escola é um serviço essencial e discutirá o retorno às atividades presenciais seguindo o roteiro proposto pelo Plano São Paulo, do governo do Estado, com a volta parcial para 8 de setembro.

As inscrições para o evento são gratuitas, acesse aqui. 

Saiba mais no site: https://summiteducacaoestadao.com.br/

Arthur Fonseca Filho é diretor da Abepar e diretor do Colégio Uirapuru, associado à entidade. Também é ex-presidente do Conselho Estadual de Educação/SP e ex-membro do Conselho Nacional de Educação.

Imagem: ake1150sb/iStock.com

A pandemia do novo coronavírus mudou de forma drástica a rotina das escolas, que tiveram que se adaptar rapidamente a um novo normal com as aulas remotas. No Colégio Santa Maria não foi diferente. Associado à Abepar, a escola que já vinha investindo há algum tempo em tecnologias e implantando diferentes plataformas educacionais, enfrentou o período com grande maestria e alcançou números expressivos em um semestre tão desafiador. 

Lado a lado, professores e alunos de todas as classes, se esforçavam ao máximo para fazer desse momento o mais leve e proveitoso possível.  Do dia 23 de março ao dia 10 de julho foram realizados mais de 73 mil encontros virtuais e mais de 165 mil horas de lives. 

“Os números são espantosos, eu não esperava tudo isso”, relata o coordenador de tecnologia educacional do Colégio Santa Maria, Muriel Vieira Rubens. “Nosso foco sempre foi em como usar a tecnologia de uma forma criativa e ao mesmo tempo gerar aprendizagem. Hoje vejo que conseguimos fazer isso” 

Nesse período, mais de 15 mil postagens e 63 mil arquivos foram compartilhados em diferentes formatos através das plataformas Edmodo, utilizada pelo Ensino Fundamental, e o Google Classroom, utilizado pela Educação Infantil e Ensino Médio. 

O programa Edmodo já faz parte do plano pedagógico do Colégio há quase dez anos. Já o Classroom estava sendo implantado desde o ano passado. “Decidimos continuar nessas plataformas porque professores e alunos já estavam cadastrados, então facilitaria bastante o processo”, explica Rubens. 

O que contribuiu para que o Santa Maria registrasse todos esses números foi o novo espaço de videoaulas criadas pela equipe tecnológica da escola. O Ead Santa Maria é um espaço aberto com tutoriais básicos de uso das ferramentas e diversas dicas para um melhor aprendizado. Todos podem acessar esses recursos no próprio site do Colégio. O uso dessas ferramentas é essencial para evitar a disparidade entre os alunos, possibilitando que todos participem das aulas já preparados e dominando as plataformas utilizadas.

De acordo com o coordenador de tecnologia, se comparar o início do isolamento e aulas não-presenciais, os últimos meses têm sido bem mais fáceis para a equipe tecnológica, alunos, pais e professores. Todos já estavam adaptados ao novo método de ensino e caminhavam com mais desenvoltura, sem grandes problemas com as plataformas.

Segundo Muriel, a essência da escola sempre foi presencial. Agora a instituição vive um novo tempo. A tecnologia nunca foi tão necessária como hoje. “Muitos tinham resistência e eram contra a tecnologia, mas hoje percebem que se ganha tempo com ela. Quando estivermos fora do furacão vamos perceber a importância desse legado”.

 

O professor Arthur Fonseca Filho, diretor da Abepar, é um dos convidados do webinário organizado pela Associação de Jornalistas de Educação (Jeduca), que ocorre nesta quinta-feira (13/8), às 17h. O tema do encontro será "Reabertura das escolas nas redes pública e privada". Para debater o assunto, ao lado de Fonseca Filho, participam Cleuza Repulho, Marlei Fernandes e Salomão Ximenes.

Arthur Fonseca Filho é diretor da Abepar e diretor do Colégio Uirapuru, associado à entidade. Também é ex-presidente do Conselho Estadual de Educação/SP e ex-membro do Conselho Nacional de Educação. 

Cleuza Repulho é mestra em educação pela Universidade Mackenzie e ex-presidente da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (UNDIME) nos anos de 2007, 2011, 2013.

Marlei Fernandes é professora e vice-presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação.

Salomão Ximenes é professor adjunto do Centro de Engenharia, Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas da Universidade Federal do ABC (UFABC).

O webinário será transmitido ao vivo no canal do YouTube e na página do Facebook da Jeduca. Fique ligado!

 

Imagem: doomu/iStock.com

Famílias, alunos e escolas estão gravando vídeos com homenagens aos professores e professoras e postando nas redes sociais com a hashtag #maisquenuncaeducaçao. Já são mais de 180 depoimentos gravados e publicados.

Trata-se de uma campanha criada pelo grupo Bahema Educação para estimular a comunidade a expressar em alto e bom o apreço pelos docentes brasileiros.

A campanha "Mais que Nunca Educação" foi criada para valorizar os profissionais da educação, que estão se reinventando diante do cenário atual da pandemia do novo coronavírus.

Assista aqui o vídeo de divulgação.

#maisquenuncaeducação

 

Imagem: Jovanmandic/iStock.com

As medidas divulgadas nesta sexta-feira (7/8) pelo governo do Estado de São Paulo que tratam do retorno às atividades presenciais nas escolas públicas e privadas apontam, a nosso ver, para a direção adequada. A volta gradual às atividades escolares pode acontecer, desde que se respeitem rigorosamente as medidas exigidas pelas autoridades de saúde (adoção de protocolos sanitários já comprovados cientificamente como eficazes no combate à proliferação do novo coronavírus ‒ SARS-CoV-2 ‒, causador da COVID-19).  

Nas regiões que atenderem ao critério de 28 dias na fase amarela, as escolas de ambas as redes poderão, de forma opcional, retomar as suas atividades presenciais com aulas, reforços, recuperação, acolhimentos, plantão de dúvidas, laboratórios etc. já a partir de 8 de setembro. As autoridades estaduais determinaram o retorno completo das redes a partir do dia 7 de outubro.

Concomitantemente às atividades presenciais (desde que as famílias optem por isso) para até 35% das crianças da Educação Infantil e do Ensino Fundamental 1 e para até 20% dos alunos do Ensino Fundamental II e Médio, serão oferecidas as aulas remotas para os demais alunos.

São Paulo, 7 de agosto de 2020
Associação Brasileira de Escolas Particulares

 

Imagem: Amy Mitchell/iStock.com

O epidemiologista Wanderson Oliveira, ex-secretário Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, fará uma palestra com debates e atualizações a respeito do retorno dos alunos às escolas. 

O encontro acontece nesta quarta-feira (29/07), às 20h, por meio da plataforma Zoom. O webinário, centrado no tema “Covid-19, aspectos epidemiológicos e retorno à escola”, é promovido pela Sociedade de Pediatria do Distrito Federal. 

Wanderson Oliveira atuou por 16 anos no Ministério da Saúde. Seu último cargo foi como secretário de Vigilância em Saúde na gestão de Luiz Henrique Mandetta. É doutor e mestre em epidemiologia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Oliveira atuava como professor da Escola Fiocruz de Governo da Fundação Oswaldo Cruz, em Brasília e é enfermeiro epidemiologista do Hospital das Forças Armadas do Ministério de Defesa.

A inscrição é gratuita. Inscreva-se aqui.

Imagem: FamVeld/iStock.com

Referência internacional de qualidade na área de saúde e, mais recentemente, na área de pesquisa e combate ao novo coronavírus e à Covid-19, a Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein será agora o principal parceiro e consultor das escolas associadas à Abepar na retomada gradual e segura das atividades escolares presenciais. A parceria estará estampada no selo Einstein Padrão de Qualidade e Segurança (Covid-19).

O objetivo do convênio é preservar a saúde de alunos, professores e funcionários, além de dar segurança às famílias e à comunidade escolar. A Abepar entende que esse processo de retomada das atividades presenciais deve ser feito com a máxima prudência. 

O reinício das aulas presenciais seguirá rigorosamente os protocolos sanitários nacionais e internacionais e a orientação científica de quem está na liderança das pesquisas em nosso país.

Assinado agora em julho, o convênio Abepar/Einstein prevê a realização, nas próximas semanas, de um mapeamento da infraestrutura física das escolas e dos modelos de transportes utilizados pelos alunos e colaboradores. O acordo inclui também a criação de padrões médicos para o atendimento a casos suspeitos e o treinamento das equipes que estarão à frente do trabalho.

Tudo estará pronto para o reinício gradativo das atividades presenciais assim que as autoridades de Educação e Saúde do Estado de São Paulo autorizarem a retomada.

Parte importante do trabalho envolve a comunicação com os colaboradores, com os alunos e com toda a comunidade escolar. Serão realizados webinários internos e outros voltados aos alunos e às famílias, com a participação de especialistas do Einstein. 

A Abepar e suas escolas associadas buscam, com esta e outras iniciativas, vencer essa dura etapa da quarentena. Com o apoio indispensável do melhor corpo médico e científico do país, vamos fazer o que for necessário para acolher bem os nossos alunos e a nossa comunidade, buscando sempre preservar a saúde e a integridade de todos. 

Juntos haveremos de superar esse desafio.

 

Associação Brasileira de Escolas Particulares
São Paulo, 14 de julho de 2020

 

 

O Plano de Retorno da Educação, divulgado nesta quarta-feira, 24 de junho, pelo governo paulista, revela o excepcional cuidado das autoridades estaduais em relação ao retorno gradual das atividades presenciais nas escolas de Educação Infantil, Ensino Fundamental e Médio, além do Ensino Superior. Louve-se ainda a postura democrática da Secretaria da Educação em convidar entidades do setor para participar da elaboração do Plano. A Associação Brasileira de Escolas Particulares (Abepar) foi uma delas.

Esse diálogo, salutar e indispensável, deve ser mantido como regra comum, especialmente em situação excepcional como a que vivemos hoje. O Plano recém-divulgado pode, no entanto, merecer aprimoramentos. Algumas das decisões apresentadas surpreenderam a comunidade escolar e pareceram em desacordo com as tendências observadas nos encontros realizados pelo comitê liderado pelas autoridades estaduais.

Dois pontos merecem destaque. Um deles é a regionalização. Havia a expectativa de que as autoridades pudessem considerar as realidades específicas de cada região do Estado quanto às taxas de transmissão do novo coronavírus e às demais condições de enfrentamento da Covid-19. Ao considerar o Estado de São Paulo como um todo homogêneo, o Plano pode acabar prejudicando estudantes e famílias em regiões onde a pandemia estiver sob controle. Essa decisão contrasta, também, com o Plano São Paulo, do próprio governo paulista, que propôs a divisão do Estado em regiões de acordo com o estágio de cada uma em relação à pandemia.

Para o retorno gradual às aulas, o caminho da regionalização é mais realista diante do cenário da pandemia, considerando aqui, indistintamente, a rede pública e a rede privada. Acreditamos que o ideal é que o retorno ou não às atividades presenciais nas escolas se faça levando em conta as características e a realidade de cada uma das regiões do Estado diante dos números da pandemia.

Outro ponto a merecer revisão, na visão da Abepar, diz respeito ao tratamento único para os diferentes ciclos de ensino – da Educação Infantil ao Ensino Superior. A Educação Infantil deve receber especial atenção até por força das implicações sociais que ela tem para as famílias, especialmente para as que têm filhos matriculados na rede pública. Como voltar ao trabalho se não há escolas e creches abertas para deixar os filhos? Outra consequência social negativa é o risco de fechamento de escolas particulares de Educação Infantil. A rede pública terá condições de absorver essas crianças?

São pontos que apresentamos à reflexão das autoridades estaduais de educação e dos setores de saúde e desenvolvimento. A Abepar acredita que, tanto para a rede pública quanto para a particular, é possível preservar o respeito mais criterioso aos protocolos de saúde e às regras de distanciamento social oferecendo alternativas às famílias e aos alunos para uma volta segura e parcial às atividades letivas presenciais.

Um das medidas alternativas que a Abepar propõe ao governo do Estado é abrir espaço para que as escolas, públicas e privadas, possam dar início, ainda em agosto, a trabalhos de acolhimento socioemocional e a atividades avaliativas – desde que, naturalmente, atendam às condições sanitárias e aos protocolos já estabelecidos. Trata-se de um movimento muito importante, seja para escolas públicas, seja para a rede particular. As consequências da quarentena precisam ser superadas com gestos profundos de escuta ao aluno e à família, cuja situação emocional vem sendo duramente afetada nesses tempos.

Finalizamos essa carta reforçando mais uma vez a importância do diálogo das autoridades estaduais com a comunidade escolar. Estamos todos do mesmo lado, combatendo juntos e solidários a terrível pandemia do novo coronavírus. Juntos poderemos tornar essa travessia menos árida a quem realmente importa – o aluno, a família, o professor e toda a comunidade educativa.

Associação Brasileira de Escolas Particulares
São Paulo, 25 de junho de 2020

 

Imagem: fizkes/iStock.com

A Associação Brasileiras de Escolas Particulares anuncia a adesão de um novo integrante ao seu quadro associativo. Trata-se do Colégio Dante Alighieri, um dos mais tradicionais de São Paulo, fundado em 1911 por imigrantes italianos. A escola foi construída próxima a uma Avenida Paulista ainda com chácaras, árvores e raros casarões. Em 17 de fevereiro de 1913, quase dois anos depois, 60 alunos começavam suas atividades escolares no edifício Leonardo da Vinci, com professores trazidos da Itália. Tradicional, porém à frente de seu tempo, o colégio já mostrava seu espírito inovador aceitando alunos de ambos os sexos.

Conheça o Dante

O Dante é um colégio que tem conseguido de forma eficiente unir sua tradição à inovação. Atende alunos desde os três anos até a terceira série do Ensino Médio. Oferece o ensino bicurricular italiano e brasileiro, o curso ECCE, e tem também a dupla certificação (brasileira e estadunidense) através do programa Dual Diploma High School. Com seu programa de pré-iniciação científica, estimula a investigação e a resolução de problemas. É um dos colégios mais premiados do Brasil em competições científicas nacionais e internacionais.

A abordagem da tecnologia e da experimentação científica começa já na Educação Infantil. Conta com infraestrutura atualizada em termos de tecnologia, literatura, artes, esportes e ciências – com um dos mais proeminentes museus escolares de História Natural do Brasil.

A proposta educacional se ampara na excelência do ensino para a formação de um indivíduo com consciência de seu papel de sujeito no mundo, munido de artefatos acadêmicos e culturais que lhe permitam conhecer, compreender e mudar a realidade em que vive.

A integração de várias áreas do conhecimento por meio da abordagem STEAM-S (Science, Technology, Engineering, Arts and Math, incorporada pelo Colégio com o acréscimo das Ciências Humanas, representadas pela letra S, de social) é um dos caminhos trilhados para que isso se realize. Além disso, o Dante desenvolve um trabalho consistente no desenvolvimento de habilidades socioemocionais, promovendo o aprendizado e o aprimoramento de competências importantes não somente para que os alunos e alunas obtenham sucesso nos estudos e em suas futuras profissões, mas para que sejam capazes de reconhecer, nomear e lidar com suas emoções e relações humanas.

Os mais de 100 anos da instituição testemunham o cumprimento do ideal de seus fundadores: unir as duas culturas – a da Pátria deixada e a da Terra abraçada –, manter vivos valores éticos e educacionais, buscar o conhecimento de excelência, promover a cidadania e o respeito, incentivar a amizade e traduzir em realidade o espírito humanista de seu patrono, Dante Alighieri.

História do Colégio

A trajetória do Colégio Dante Alighieri tem início nos primórdios do século passado, com a colônia italiana se estabelecendo em São Paulo. Na época, os italianos perceberam a necessidade de uma instituição de ensino que preservasse suas raízes e cultura. O projeto tomou forma quando o conde Rodolfo Crespi, industrial de sucesso e grande expoente da colônia italiana em São Paulo, prontificou-se a angariar fundos para tal fim.

Em 9 de julho de 1911, nascia o “Istituto Medio Italo-Brasiliano Dante Alighieri”. A escola foi construída próxima a uma Avenida Paulista ainda com chácaras, árvores e raros casarões. Em 17 de fevereiro de 1913, quase dois anos depois, 60 alunos começavam suas atividades escolares no edifício Leonardo da Vinci, com professores trazidos da Itália. Tradicional, porém à frente de seu tempo, o “Istituto” já mostrava seu espírito inovador aceitando alunos de ambos os sexos.